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Análise

E que fase do UFC….

Como se não o bastasse cancelamento do evento de 1º de setembro por causa de uma contusão de Dan Henderson, o UFC 153 que acontecerá no Rio de Janeiro em 13 de outubro quase que tomou o mesmo rumo.

Novo card do UFC Rio 3 (Foto: Divulgação)

Em um primeiro momento o desafiante de José Aldo pelo cinturão dos Penas, Erik Koch se contundiu e foi trocado pelo mais recente integrante dessa categoria Frank Edgar. Pouco menos de um mês, outro participante do mesmo evento também anunciou que estaria fora devido a uma lesão, dessa vez foi ninguém menos que Quinton ‘Rampage’ Jackson, que lutaria no co-main event contra o brasileiro Glover Teixeira.

Desgraça pouca é bobagem?! Dias depois quem anunciou que estaria fora do evento foi o lutador que faria o main event, José Aldo Junior, caiu de moto e não se recuperou. E agora Dana?
Bom, para literalmente salvar o card o ‘big boss’ Dana White chamou um ‘Super-Herói’; Anderson ‘Spider’ Silva para fazer a luta principal contra Stephan Bonnar, na categoria dos meio-pesados. Com toda sinceridade, as chances que o Bonnar tem de ganhar é a mesma que Jesus voltar à terra de croc’s… Nenhuma!
Para substituir Rampage, o UFC colocou outro brasileiro, Fábio Maldonado. Luta equilibrada, mas Teixeira vai ganhar nos pontos. E o Minotauro não acabou ganhando uma vaguinha no card por conta dessas lesões?! Vai enfrentar Dave Herman no co-main event da noite. O brasileiro ganhará no segundo round.
Diante de todos esses fatos, uma coisa intriga os fãs de MMA. Por que tantas contusões e troca-troca de lutadores às vésperas de eventos?
Octógono vazio? Com tantas contusões… (Foto: Divulgação)

Uma das razões pode ser a intensa preparação dos lutadores antes das lutas, uma vez que os treinamentos ficam ‘mais pegados’ na fase derradeira, afinal, atletas com alto nível de desempenho tem que dar o máximo para não serem massacrados quando subir no octógono, mas, algo precisa ser mudado. Claro que não se prevê lesões quando um card é preparado e vendido, mas poderiam deixar algo já ‘engatilhado’ para caso aconteça, não tenhamos esse carrossel de lutadores.

Todos se lembram que White correu atrás de Lyoto Machida quando Jones recusou, aceitou e recusou novamente lutar contra Sonnen no evento que acabou cancelado, e Machida não quis o desafio, óbvio. Agora o carateca brasileiro vai pegar o cara que, digamos, iniciou essa confusão toda que tá rolando; Dan Henderson. Ainda esse ano? Sim, no evento 155, mas… Adivinhe, o Machida precisa se recuperar de uma lesão.
Divulgação da luta que (infelizmente) não vai mais acontecer (Foto: Divulgação)

Fugindo um pouquinho do UFC, mas ainda na mesma administração, o Strikeforce (para quem não conhece, é uma espécie de segunda divisão do UFC) tinha uma luta de tirar o fôlego que aconteceria dia 3 de novembro. Frank Mir, ‘emprestado’ pelo UFC iria enfrentar o dono do cinturão dos pesos pesados do Srikeforce e um dos postulantes a próximo desafiante da mesma categoria no UFC, Daniel Cormier, mas… Isso aí… Mir também se machucou. Agora o desafiante pode ser o brasileiro Fabrício Werdum.  Nada oficialmente confirmado ainda.

Diante de tantas contusões as vésperas dos eventos mais uma vez digo, algo precisa ser mudado. De repente, a forma de preparação nos treinamentos poderia mudar… É apenas uma sugestão…
Para finalizar, se nada acontecer essa semana, sábado, 22, tem um dos melhorescards desse ano e, domingo já sabem, vamos debater por aqui o que rolou por lá. E para não ficar em cima do muro, Jones ganha de Belfort, mas será uma das lutas mais duras da sua brilhante carreira .
Por Dom Juneka (Cambiasso)

 

 

 

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