O Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1 está mais próximo do que nunca. Neste domingo, dia 13 de novembro, a cidade de São Paulo recebe o único GP da América do Sul no calendário da mais importante competição de pilotos do mundo. O alemão Nico Rosberg, da equipe Mercedes GP, é o atual líder do ranking e conquista o título com uma etapa de antecedência se vencer no Brasil. Ele compete contra o companheiro de equipe, o atual tricampeão Lewis Hamilton.
Por si só, a competição já é um atrativo grandioso, com turistas até de outros países. Mas o que nem todos sabem é o que o GP Brasil movimenta nos bastidores. Desde a década de 1990 que a economia da cidade gira, principalmente gastronômica e hoteleira, e é impulsionada pela Fórmula 1. De fato, é uma verdade que até ouvimos falar, mas não para por aí, não. Além disso, esta semana também marca o início do Salão do Automóvel de São Paulo, outro evento diretamente ligado ao automobilismo, e que também movimenta a economia paulista e brasileira.
Em 2014, último ano que tivemos os dois simultaneamente, o capital gerado foi de cerca de R$ 500 milhões, de acordo com a São Paulo Turismo (empresa municipal de turismo e eventos). Mas essa conta não inclui apenas a economia do turismo nesta época do ano, mas também o consumo de bens duráveis, como automóveis, peças e equipamentos.
Muito em função do clima, da expectativa e das promoções criadas por montadoras, vendedoras e revendedoras de carros e peças, os apaixonados por veículos sentem-se motivados para personalizar e para qualificar seus veículos neste momento. A venda de peças, por exemplo, recebe reforço nas lojas e nos estoques.
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