Dinamarca derrota a Croácia e conquista o tetra do Mundial de handebol.
Seleção nórdica volta a fazer partida dominante, vence por 32 a 26 e aumenta hegemonia na modalidade.
Quatro vezes Dinamarca!
A Dinamarca derrotou a Croácia por 32 a 28, neste domingo (2), em Oslo, na Noruega, e conquistou o quarto título consecutivo do Mundial masculino de handebol.
A seleção nórdica fez uma campanha impecável na competição e venceu seus 9 jogos de forma dominante, tendo o melhor ataque, a melhor defesa e os principais jogadores do campeonato.
A Dinamarca chegou ao segundo lugar no ranking de seleções com mais títulos do Mundial masculino de handebol, empatado com a Suécia e a Romênia, que também têm quatro títulos cada.
A França lidera a lista de forma isolada, com 6 troféus.
Além dos quatro títulos (2019, 2021, 2023 e 2025), a Dinamarca acumula 3 vice-campeonato (1967, 2011 e 2013) e um bronze (2007).
Agora, a Dinamarca já acumula 37 partidas sem perder em um Mundial.
A última derrota aconteceu há oito anos, quando perdeu para a França nas oitavas de final do torneio de 2017.
Além de tetracampeã mundial, a Dinamarca venceu 2 das 3 últimas edições olímpicas, incluindo em Paris-2024.
Na atual edição do Mundial, a Dinamarca sobrou e não deu chances para seus adversários.
Foram 9 vitórias vencidas por 6 gols ou mais.
Na final contra a Croácia, não foi diferente.
A equipe tomou as rédeas do placar desde o início e deslanchou no segundo tempo.
A Dinamarca chegou a ter 10 gols de vantagem e fechou o placar com seis gols de frente.
Entre as vítimas dinamarquesas neste Mundial, está o Brasil, que fez sua melhor campanha na história na competição.
A seleção brasileira chegou até as quartas de final, quando perdeu para a equipe nórdica por 33 a 21, e terminou em sétimo lugar.
Assim como nas outras partidas, Mathias Gidsel voltou a ser o destaque da Dinamarca na final, ao marcar 10 gols.
Ele encerrou a competição como o artilheiro, com 74 gols anotados, 20 a mais do que o segundo colocado, o francês Dika Mem.
O goleiro Emil Nielsen também foi importante na final, fazendo 13 defesas (38,2% de aproveitamento).
Reportagem: Globoesporte.globo.com
Adaptação: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro





