Neste Dia da Mulher, o Esquema de Jogo analisa a trajetória de dez brasileiras que, em diferentes épocas e contextos, elevaram o patamar de suas modalidades. Algumas foram as melhores do mundo em sua função; outras, as primeiras a ocupar espaços antes fechados. Todas, no entanto, são peças-chave para entender o cenário esportivo atual.
1. Maria Esther Bueno (Tênis)
A “Bailarina” foi um fenômeno de técnica e elegância. Em uma era de amadorismo e transição para o profissionalismo, conquistou 19 Grand Slams. Sua importância vai além dos troféus: ela deu ao Brasil um protagonismo mundial no tênis que demoraria décadas para ser replicado.
2. Marta (Futebol)
Aqui, o termo “redefinir” é preciso. Marta não apenas venceu seis vezes o prêmio de melhor do mundo, mas foi o rosto da luta por investimento e visibilidade no futebol feminino. É o divisor de águas entre o amadorismo e a estrutura atual.
3. Maria Lenk (Natação)
Contexto é tudo: em 1932, Maria Lenk foi a única mulher da delegação brasileira em Los Angeles. Mais do que nadadora, foi uma acadêmica do esporte e a primeira sul-americana em uma Olimpíada, enfrentando barreiras sociais hoje inimagináveis.
4. Hortência Marcari (Basquete)
Hortência personificou a era de ouro do basquete feminino brasileiro. Sua capacidade de pontuar e liderar colocou o Brasil no topo do pódio mundial em 1994, provando que o talento nacional era capaz de desbancar potências como os EUA.
5. Rebeca Andrade (Ginástica Artística)
O maior nome da ginástica brasileira. Rebeca une uma técnica impecável a uma resiliência física rara após múltiplas lesões. Hoje, ela é o pilar que sustenta o Brasil como uma potência global na modalidade.
6. Bia Haddad Maia (Tênis)
Bia Haddad trouxe o tênis feminino brasileiro de volta à elite da WTA. Sua importância está em consolidar novamente o Brasil como um competidor temido nos grandes torneios, servindo de espelho para a nova geração.
7. Formiga (Futebol)
O mérito de Formiga é a constância. Com sete Copas no currículo, ela atravessou gerações e foi a base de sustentação da Seleção Brasileira por décadas, sendo um exemplo raro de longevidade e entrega física.
8. Rafaela Silva (Judô)
Rafaela simboliza a superação dentro do tatame e fora dele. Seu ouro olímpico no Rio, em 2016, reafirmou a importância dos projetos sociais no Brasil e o judô como uma das nossas maiores fontes de conquistas.
9. Bia Figueiredo (Automobilismo)
Em um ambiente historicamente masculino e de difícil acesso, Bia Figueiredo conquistou seu espaço na Fórmula Indy e na Stock Car. Sua trajetória é marcada pela competência técnica em um esporte onde o erro não é perdoado.
10. Sandra Pires e Jackie Silva (Vôlei de Praia)
Essa vai em dose dupla. Simplesmente conquistaram o primeiro ouro feminino do Brasil (Atlanta, 1996). Elas foram fundamentais para profissionalizar o vôlei de praia no país, transformando uma atividade de lazer em uma máquina de resultados olímpicos.
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