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LIGA DAS NAÇÕES DE VÔLEI. BRASIL. CHINA. PRIMEIRA FASE.
Análise

Dever de casa!!!

Com time misto, Brasil atropela China e se recupera na Liga das Nações.

Seleção masculina faz 3 a 0 na China e, mesmo poupando Leal, Lucão e Wallace, consegue triunfo sem maiores problemas.

O adversário não era dos mais temidos, mas a seleção brasileira masculina fez muito bem o trabalho de casa e derrotou, neste sábado (15), a China por 3 a 0 (25/15, 25/18 e 25/22) em partida válida pela oitava rodada da Liga das Nações.

O técnico Renan Dal Zotto optou por poupar o ponteiro Leal, o central Lucão e o oposto Wallace, e viu Douglas, Flávio e Alan darem conta do recado para recuperarem o time após a derrota sofrida para a Sérvia na sexta-feira.

A China é a lanterna da competição, venceu apenas um dos oito jogos que disputou até o momento, e não conseguiu fazer frente à seleção.

O ponto alto para o Brasil foi o acerto do passe, que havia sido o grande vilão no jogo contra a Sérvia.

Bruninho fez seu primeiro jogo completo com a seleção esse ano, e teve tranquilidade para distribuir bem as jogadas com os pontas Lucarelli e Douglas, os centrais Flávio e Isac, e o oposto Alan.

A seleção brasileira, agora, está com sete vitórias em oito jogos, e soma 19 pontos.

O Irã lidera com 21 pontos, seguido da Rússia, com 20 pontos.

A França, que ainda não jogou neste sábado (15), está com 19 pontos também.

Lembrando que os 16 times jogam entre si em turno único e os cinco melhores passam de fase, e o sexto time classificado é o que sedia a fase final.

Neste ano, será em Chicago, nos Estados Unidos.

A seleção volta à quadra no domingo (16), às 14 horas (horário de Brasília) contra Portugal, com transmissão do SporTV e tempo real do GloboEsporte.com

“A gente sabe que o campeonato é longo, a gente sabe que uma hora ou outra iríamos perder, e aconteceu ontem. Hoje era um outro jogo, é uma outra situação. Jogo após jogo a gente tem que construir. A China estava pressionada, mas a gente estava pressionado também. Mas tivemos maturidade para reverter a situação”, disse Douglas.

Volume de jogo: Uma expressão muito utilizada sempre por atletas e técnicos é o “Volume de jogo”.

É o quanto o time consegue trabalhar o bloqueio e defesa para conseguir o maior número de ataques.

E o Brasil fechou com 49 pontos de ataque, contra apenas 23 pontos dos chineses.

O saque do Brasil, principalmente com Isac, conseguiu atrapalhar bastante o passe chinês.

A seleção brasileira errou muito na partida.

Mesmo contra uma frágil equipe, o Brasil deu “de graça” para a China 24 pontos.

Como comparação, a China fez mais pontos nos erros da seleção do que com seu próprio ataque.

Primeiro set: A seleção começou não tomando conhecimento dos chineses.

Com saques forçados de Isac e com um bom trabalho de defesa e bloqueio, o time abriu 5 a 0.

Lucarelli era o grande destaque do time, que também se destacava com os ataques de meio.

O set terminou 25/15, com sete pontos dos chineses vindos de erros dos brasileiros.

Brasil vence o primeiro set.

Segundo set: A segunda parcial começou mais equilibrada, a China errava menos no ataque e conseguia fazer as viradas de bola com menos dificuldade.

O jogo chegou a estar 5 a 4 para os brasileiros, mas logo a seleção abriu.

No fim, 25/18, com 18 pontos de ataque da seleção brasileira, contra só sete dos chineses.

Desta vez, os asiáticos não anotaram pontos em saque e bloqueio, e ganharam “de graça” onze pontos em erros do Brasil.

Brasil abre vantagem de 21 a 15.

Terceiro set: No começo do terceiro set, o Brasil cometeu alguns erros e foi bloqueado duas vezes pelos chineses.

O placar chegou a ficar só 10 a 8 para o Brasil.

Mas depois a seleção conseguiu abrir vantagem tranquila para fechar em 25/22.

Escalações:

Brasil: Bruninho, Isac, Alan, Flavio, Lucarelli, Douglas.

Líbero: Thales.

Entraram: Máique.

China: Shuhan Rao, Guojun Zhan, Libin Liu, Longhai Chen, Chuan Jiang e Qingyao Dai.

Líbero: Xiaoteng Ma.

Entraram: Yaochen Yu, Haixiang Du.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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