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Análise

Deu adeus!!!

Raposa só empata e acaba eliminada da Taça Libertadores da América.

O time argentino, agora, enfrenta o Palmeiras em busca da grande decisão do torneio.

O Cruzeiro está eliminado da Taça Libertadores da América.

Nesta quinta-feira (4), no lotado Mineirão, o time lutou até o fim, mas foi pouco criativo e empatou com o Boca Juniors por 1 a 1, resultado insuficiente para classificá-lo às semifinais da competição.

Agora, então, o time argentino será o rival do Palmeiras na busca por uma vaga na final.

O Boca havia vencido o duelo de ida, em casa, por 2 a 0, o que forçava o Cruzeiro a reverter essa desvantagem, algo que o time não conseguiu.

Até abriu o placar com Sassá na etapa final, mas voltou a ter Dedé expulso, assim como ocorrera na Argentina, e sofreu o gol de empate nos acréscimos, após falha de Léo, o seu outro zagueiro titular, deixando o torneio continental.

Agora, então, o Cruzeiro vai se concentrar na decisão da Copa do Brasil, sendo que o primeiro jogo da decisão está marcado para a próxima quarta-feira (10), no Mineirão, contra o Corinthians.

Já as semifinais da Libertadores tem os meios de semana de 24 e 31 de outubro como datas-base.

Uma finalização com menos de 15 segundos.

O chute de Arrascaeta defendido por Rossi parecia indicar que o Cruzeiro iria impor pressão sufocante sobre o Boca Juniors, mas não foi isso que aconteceu.

O time argentino se defendia bem, aproveitava os erros de passe do time mineiro e fazia o tempo passar com a demora de Rossi para repor as saídas de bola.

E foi do Boca a primeira chance de gol, aos 10 minutos do primeiro tempo, em finalização de longe de Pablo Pérez.

O Cruzeiro insistia em jogadas pela esquerda, com Egídio e Arrascaeta, mas falhava nos passes e parecia nervoso, o que acabava se transformando em erros.

Assim, o time só era perigoso em jogadas aéreas e como em uma finalização de longe Lucas Silva, aos 40 minutos do primeiro tempo, defendida por Rossi.

E nos acréscimos, o time mineiro teve um gol de Barcos anulado por falta de Dedé no goleiro adversário.

Para irritar ainda mais o Cruzeiro, mas em outra decisão acertada da arbitragem, o uruguaio Andrés Cunha deixou de marcar pênalti em Arrascaeta por impedimento de Barcos no começo da etapa final.

Mas a revolta se transformou em festa quase na sequência.

Afinal, aos 12 minutos do segundo tempo, após Arrascaeta cobrar escanteio, Léo desviou, a bola bateu em Barcos e sobrou para Sassá, em seu primeiro toque na bola após sair do banco de reservas, abrir o placar no Mineirão.

O gol elevou os ânimos do Cruzeiro, mas o time, apesar do seu espírito de luta, não conseguia criar chances de gol.

E ficou em situação ainda mais complicada aos 35 minutos do segundo tempo, quando Dedé foi expulso.

O Boca esteve próximo de empatar o jogo aos 38 minutos do segundo tempo, após Gago cobroar falta, e Ábila, debaixo do gol, perder chance, com a bola tocando a trave de Fábio.

O Cruzeiro, mesmo com um a menos, não deixou de lutar.

Mas perdeu uma chance incrível aos 42 minutos do segundo tempo.

No lance, Edilson cruzou para Thiago Neves, Rossi cortou mal e a bola sobra para Raniel, que tentou dominar e não conseguiu finalizar.

Mas quem marcou foi o Boca.

Aos 48 minutos do segundo tempo, Gago cobrou falta, Ábila desvia de peito, Léo falhou ao tentar cortar e Pavón finalizou forte, empatando o jogo e eliminando o Cruzeiro, que encerrou o sonho de conquistar o seu terceiro título da Libertadores.

Reportagem: Futebolinterior.com.br

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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