Com Rafinha de saída, Flamengo revive carência na lateral e tem leque de opções reduzido.
Iminente despedida do experiente jogador acontece em momento difícil para a diretoria, que tem alternativas reduzidas para repor a ausência no mercado.
A iminente saída de Rafinha para defender o Olympiakos, da Grécia, pegou a diretoria do Flamengo de surpresa. E no pior momento possível.
Com a janela de transferências internacionais fechada até 13 de outubro, a alternativa será procurar jogadores que atuam no Brasil ou que estão sem contrato.
Sem Rafinha, João Lucas é o único especialista da posição no atual elenco, além de Matheuzinho, do sub-20, que provavelmente será efetivado entre os profissionais.
Além da dificuldade de reposição, a ausência de Rafinha contribui para deixar os bastidores, que já estavam agitados com as duas derrotas de Dome nos dois primeiros jogos, ainda mais em ebulição.
O experiente lateral havia trabalhado com o catalão no Bayern de Munique e era visto como um facilitador em sua adaptação.
Após a despedida de Léo Moura, a contratação de Rafinha havia encerrado um longo período de problemas na lateral direita, com jogadores que alternaram muitos altos e baixos e não deixaram saudades na torcida, como Rodinei e Pará.
João Lucas foi contratado em maio de 2019 depois de disputar o Carioca pelo Bangu.
Até agora, tem 12 jogos pelo Flamengo.
Considerado inexperiente, teve poucas chances com Jorge Jesus.
Contra o Atlético-GO, na última quarta-feira (12), Domènec Torrent preferiu improvisar Rodrigo Caio a utilizá-lo.
A outra opção no atual elenco é Matheuzinho, de 19 anos.
Ele começou no Londrina, se destacou e foi contratado pelo Flamengo para atuar pelo sub-20.
Apesar de ser apontado como uma promessa, não convenceu Jesus a efetivá-lo no time principal.
Disputou apenas três partidas com a camisa do clube.
Com a saída de Rafinha, a tendência é ganhar espaço.
Reportagem: Globoesporte.globo.com
Adaptação: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro





