Cruzeiro finaliza mais, pressiona, mas Botafogo segura empate.
Mineiros finalizam muito mais (20 a 2), mas não conseguem traduzir maior volume ofensivo em gols.
O Cruzeiro foi melhor na noite desta terça-feira (12), no Independência, mas não fez nada de especial para vencer o Botafogo, e o clássico terminou empatado por 0 a 0.
Os donos da casa merecem destaque pela supremacia em finalizações: 20 a 2.
Embora o jogo não tenha merecido elogios na questão técnica, o Cruzeiro foi a equipe que mais procurou o gol adversário.
No primeiro tempo, Vitor Leque e Rômulo foram as figuras mais perigosas.
No segundo, Vitor Roque foi quem conseguiu levar os mineiros à frente.
Thiago, na foto abaixo, foi o maior finalizador do jogo e um dos atletas que mais tentaram no Independência.
Embora o Cruzeiro não tenha sufocado o Botafogo, os donos da casa conseguiram estatística impressionante de 11 finalizações a 0.
O jogo não foi um primor técnico, mas os mineiros mereceram melhor sorte nos 45 minutos iniciais.
As finalizações de Thiago e Vitor Leque foram as melhores da etapa, porém nada que merecesse grande destaque.
O Botafogo até voltou do intervalo mais ativo e teve boa chance com Rafael Navarro, mas em nenhum momento conseguiu equilibrar as ações do duelo.
Até levou perigo, mas o Cruzeiro novamente sobressaiu no quesito finalizações: 9 a 2.
Embora o Alvinegro esteja na vice-liderança e o Cruzeiro longe do G-4, viu-se um duelo equilibrado, mas não nivelado por cima.
O jogo foi ruim tecnicamente, mas a disposição dos dois times tem de ser lembrada.
Valeu pela entrada de Vitor Roque, garoto do sub-17 do Cruzeiro que tem 19 gols na temporada na categoria.
Insinuante, tentou o jogo o tempo inteiro e até acabou substituído cansado.
Botafogo, vice-líder com 52 pontos, volta em campo no próximo dia 20 de outubro, contra o Brusque, às 20h30 (horário de Brasília), no Nilton Santos.
Dois dias depois, 22 de outubro, sexta-feira, na Ressacada, às 21h30 (horário de Brasília), o Cruzeiro, décimo primeiro colocado, com 39 pontos, encara o Avaí.
Reportagem: Globoesporte.globo.com
Adaptação: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro





