Esquema de Jogo

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CAMPEONATO MINEIRO DE FUTEBOL FEMININO DE 2023. FINAL. JOGO ÚNICO. PARTIDA ÚNICA. CRUZEIRO-MG. CAMPEÃO. BICAMPEÃO. 2019. 2023. ATLE´TICO-MG. VICE-CAMPEÃO.
Análise

Cruzeiro campeão

Com gol de Byanca Brasil e pênalti defendido aos 51 minutos do segundo tempo, Cruzeiro vence Atlético-MG e é campeão do Mineiro feminino.

Artilheira da competição e goleira Taty Amaro definem partida.

Cabulosas chegam ao segundo título na competição e quebram tabu.

O Cruzeiro venceu o Atlético-MG por 1 a 0 neste domingo (19), no Independência, e conquistou o bicampeonato do Mineiro feminino de forma invicta.

O gol da partida foi marcado pela artilheira Byanca Brasil, que terminou o campeonato com 13 gols.

O jogo ainda poderia ter ido para os pênaltis, mas Taty Amaro garantiu o título no tempo regulamentar após defender o pênalti batido por Soraya aos 51 minutos do segundo tempo.

O jogo foi bastante movimentado, principalmente na primeira metade, mesmo com poucas chances criadas para cada lado.

As melhores oportunidades do Cruzeiro foram com Maii Maii e Gaby Soares, mas, nas duas vezes, Raissa apareceu para defender o gol das Vingadoras.

Do outro lado, Neném teve a melhor oportunidade para marcar para o Atlético-MG, mas finalizou para cima.

O ritmo diminuiu a partir dos 30 minutos do primeiro tempo, principalmente pelas pausas para atendimento às jogadoras com o “festival de trombadas” nos minutos finais.

O primeiro tempo também foi marcado por uma polêmica: as Vigadoras pediram um pênalti de Isa Fernandes em Lu Gómez aos 11 minutos do primeiro tempo, mas o juiz não viu infração no lance.

Na etapa complementar, brilhou a estrela da artilheira Byanca Brasil.

Aos 22 minutos do segundo tempo, a atacante recebeu um passe, saiu na frente da marcação e chutou rasteiro para vazar a goleira Raissa, que já tinha feito pelo menos três grandes defesas na partida.

O segundo tempo também foi marcado por um lance curioso: aos 2 minutos do segundo tempo, Daiane recebeu cartão amarelo por colocar a mão na bola.

O árbitro havia marcado pênalti no lance, mas uma das assistentes informou que o toque aconteceu fora da área.

Na sequência, o árbitro não sinalizou a retirada do cartão da jogadora.

Aos 33 minutos do segundo tempo, Daiane fez outra falta e recebeu mais um cartão e não foi expulsa.

O banco do Cruzeiro foi avisar à quarta árbitra, mas a jogadora seguiu em campo e foi informado que o árbitro não havia anotado o cartão mostrado do começo da partida.

E a agitação não parou por aí.

Aos 51 minutos do segundo tempo, a arbitragem marcou pênalti de Tati Amaro em Pavi.

Soraya, que estava com cãibras, pediu para bater.

A camisa 11 das Vingadoras enxeu o pé, mas a goleira acertou o canto e defendeu.

O Atlético-MG havia vencido as três decisões contra o Cruzeiro (2020, 2021 e 2022).

Esta foi a primeira vez que as Cabulosas levaram a melhor sobre o rival em uma decisão.

O título conquistado em 2019 foi contra o América-MG.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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