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FINAL DO MUNDIAL DE CLUBES DA FIFA DE 2012. CORINTHIANS-SP. BRASIL. CHELSEA. INGLATERRA.
Análise

Coração dividido

Corintiano, David Luiz admite mix de tristeza e alegria com título mundial do Corinthians em 2012.

Hoje no Arsenal, zagueiro tinha 25 anos e levou a bola de prata no jogo no Japão.

Um corintiano derrubou lágrimas de tristeza e decepção com a vitória do Corinthians por 1 a 0 contra o Chelsea no dia 16 de dezembro de 2012, em partida que deu o título mundial ao Timão no Japão e que foi retransmitida pela TV Globo neste domingo: o zagueiro David Luiz.

Nascido em Diadema, na Grande São Paulo, e corintiano assumido, o hoje zagueiro do Arsenal foi a campo pelo Chelsea e lutou bastante pela vitória de sua equipe.

Tanto que levou a bola de prata na final, Cássio, com atuação histórica, ficou com a bola de ouro após fazer defesas fantásticas.

David Luiz tinha 25 anos e, oito anos depois, falou ao sobre o sentimento do vice-campeonato:

“Foi um jogo que ficou marcado na minha vida e na de todos os corintianos também. É verdade, sou corintiano, sempre deixei isso muito claro, neste dia representando o Chelsea dei tudo de mim, tentei dar o melhor para a gente se consagrar campeão, mas o Corinthians estava muito bem armado. Tinha um time maravilhoso e uma torcida tremenda que lotou o Japão e fez a diferença”, recordou-se.

Hoje aos 33 anos, o zagueiro lembra que passou informações sobre o time comandado por Tite para os seus colegas ingleses.

Além dele, o elenco tinha os brasileiros Ramires, Oscar e Lucas Piazon.

“Tentamos de todas as formas ganhar o jogo, mas Cássio estava num dia especial, fez defesas maravilhosas. O Corinthians tinha um time vencedor, sabia sofrer na hora que tinha que sofrer e sabia matar o jogo na hora que tinha que matar, como fizeram. Nós, do Chelsea, tentamos nosso melhor. Viemos de um grande jogo contra o Monterrey, vínhamos com confiança, falávamos muito do Corinthians, eu, Oscar e Ramires trazíamos informações, e a gente sabia o que ia enfrentar na final. Ficou marcado, fiquei triste porque fizemos um jogo maravilhoso e não ganhei”.

“Também fiquei feliz por tudo que conheço da história do Corinthians, das pessoas envolvidas naquela noite, por toda movimentação dos torcedores, pessoas que venderam casa, venderam carro para ir e participar desta festa, então tive essa pontinha de alegria. Também pelo meu trabalho bem realizado, ganhei uma bola de prata, mas queria ganhar o campeonato pela minha hombridade e profissionalismo. No futebol a gente nem sempre pode ganhar, mas tem que deixar em campo um trabalho sério e bem realizado”, destacou.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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