
Pacaembu, 07 de março de 2013.
Times chegam ao gramado, ficam perfilados, toca o hino do Estado de São Paulo (que nenhum de nós sabe que existe, e imagino que seja melhor assim) os jogadores dão de ombros e começam a se cumprimentar.
(Segue o hino tocando)
Os capitães dos dois time se confraternizam e o juiz avisa que não dá pra começar o jogo assim. Motivo? Os dois times entraram de calção branco para o jogo, alguém tinha de trocar.
(O hino deve ter parado já, sei lá)
Rogério Ceni chora, argumenta, o tempo passa, o juiz bate o pé e manda os jogadores trocarem de calção.
(Vou encher esse texto de parênteses. O time mandante, em geral, usa o uniforme 1, o visitante que mude de uniforme, menos o São Cristóvão do RJ, que sempre joga de branco. Era pro Arsenal mudar o calção)
Desce o São Paulo e começa o hino argentino. O time de Sarandi começa a aquecer, o banco de reservas fica em posição de respeito ao hino. O Auxiliar tenta avisar seu time do hino, sem sucesso, segue o aquecimento. O time do Morumbi se trocando ainda.
Acaba o hino argentino, entra o brasileiro. Só temos dois jogadores do Brasil em campo, Dênis e o M1to, eles ficam em posição de respeito ao hino, cantam.
(Não precisamos dizer que a torcida cagou pros hinos)
Encerram-se as execuções dos hinos, o São Paulo volta a campo e o jogo começa com 10 minutos de atraso.
Poderíamos ficar linhas e mais linhas falando da bagunça que é a Conmebol, da palhaçada do desfecho do caso Kevin, da punição ridícula ao São Paulo e ao Tigre, mas a Conmebol se explica sozinha, ela não consegue começar um jogo no horário.




