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NFL. PROTESTOS.
Análise

Combate ao racismo

NFL (National Football League) vai destinar R$ 1,2 bilhão para combate do racismo sistêmico nos Estados Unidos.

Liga americana afirma ainda que vai “continuar a alavancar a rede da NFL e todas as (suas) propriedades de mídia para enfatizar mais a conscientização”.

A NFL vai destinar US$ 250 milhões (R$ 1,2 bilhão) durante o período de 10 anos para ajudar no combate ao racismo sistêmico nos Estados Unidos.

O fundo “vai suportar a batalha contra as injustiças históricas e em curso enfrentadas pelos negros”.

Na semana passada, a liga de futebol americano disse que os jogadores deveriam ser liberados para protestar durante o Hino Nacional.

Ajoelhar-se no momento da execução do Hino Nacional, uma prática iniciada em 2016 pelo ex-jogador do San Francisco 49ers, Colin Kaepernick, foi banida em maio de 2018.

Em agosto daquele ano, a NFL anunciou que não puniria os jogadores.

No início deste mês, atletas como Patrick Mahomes e Odell Beckham Júnior pediram que a liga se posicionasse e tomasse ações para “condenar o racismo e o sistema de opressão contra pessoas negras”.

Protestos aconteceram ao redor dos Estados Unidos e do mundo nas últimas três semanas depois do assassinato brutal do ex-segurança George Floyd, homem negro de 46 anos, pelo policial branco Derek Chauvin, em Minneapolis, no dia 25 de maio.

A NFL, em sua nota oficial sobre as verbas, declarou:

“A NFL e seus clubes vão continuar a trabalhar de forma colaborativa com jogadores para apoiar programas e endereçar uma reforça na justiça criminal, reformas na polícia e avanços educacionais e econômicos. Além do compromisso financeiro, vamos continuar a alavancar a rede da NFL e todas as nossas propriedades de mídia para enfatizar mais a conscientização e promover a educação de questões de justiça social para nossos fãs e ajudar a promover a unidade”.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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