
Foto: Divulgação Santos FC em Gazeta Esportiva.net
Como eu fiz antes: hoje, dia 19 de setembro de 2012, às 19h36 a última informação sobre o Paulo Henrique Ganso, o Cisne é essa, ou seja, não acabou e continua um saco.
Você vai ler o título, vai ler minha descrição e vai pensar que eu estou doido. Afinal a regra é clara “não pode achar que seu time está errado, ou que o outro time está certo”. Talvez você esteja certo, até porque eu não achei a versão do Latino muito pior que a original do Gangnann Style (Guangnnnamm, Guangnnnam, não vou ao Google pesquisar como se escreve esse troço) e eu sei que você foi lá dar o deslike que o Não Salvo pediu e agora deve estar falando que eu estou doido de verdade. Problema seu, achou ruim, faça seu blog!
No lugar do LAOR, eu faria exatamente o que ele está fazendo, eu ia enrolar o Juvenal, o DIS, o Ganso, a mãe do Ganso (que pendurava bolas na cozinha pro filho cabecear, essa sim é doida) e quem mais aparecer. É bom lembrar algumas coisas sobre o caso:
– O PH Ganso entrou em rota de colisão umas duzentas vezes com a diretoria do Santos.
– O jogador é próximo da família Teixeira, antiga proprietária do Santos.
– O DIS é ligada à “família de grandes educadores blablabla” que mandava no negócio até 2009.
– O grupo “Sondas” tem processos na justiça contra o Santos.
Logo, LAOR não está perdendo nada nessa enrolação, na verdade ganha muito. Desde que começou essa negociação ele conseguiu fazer o São Paulo dar o dinheiro da negociação à vista, depois conseguiu 10% da próxima negociação (teria direito a apenas 5% por ser clube formador) e agora quer levar vantagem em cima das pendências do Santos com o DIS. Tudo isso, vale lembrar, por um jogador que não quer mais jogar na Vila (finalmente ele deixou isso claro) e que não inspira mais essa confiança toda em ninguém e virou alvo de moedas da torcida.
Além disso, a demora é compreensível. É um negócio de 23 milhões. Um negócio de 23 milhões não é um negócio simples para qualquer clube do mundo, para 2 clubes brasileiros é muito, vai ser a maior negociação entre clubes brasileiros da história, entre 2 rivais. É uma compra complexa, não dava pra ser rápida.
É um caso parecido com o caso Oscar, são fases: você tem a preferência, você pede pro jogador ficar (no caso Oscar, voltar), ele diz que não, você bate o pé, você recebe uma proposta, chora mais, chora mais um pouco, se reúne, deixa pra próxima reunião, se acerta e fica todo mundo feliz e satisfeito.
A compra, parece, já está certa, o LAOR vai aceitar, mas só na Sexta-feira, último dia de inscrições pro Brasileirão, depois do LAOR rir mais um pouco, porque pra ele, quem quer rir tem que fazer rir.




