O público que é fã do melhor basquete do mundo já está contando os dias para que 28 de outubro chegue logo. Esta é a data do pontapé inicial da temporada 2015/2016 da NBA, onde veremos craques como Lebron James, Kobe Bryant, Kevin Durant, Tim Duncan, e muitos outros em quadra.
A NBA não ficou de fora da globalização e nos últimos anos recebeu muitos jogadores estrangeiros. Dentre eles estão alguns brasileiros, ao todo serão nove nesta próxima temporada. A seguir uma pequena análise do que podemos esperar deles:
Nenê – Washington Wizards
O pivô de 33 anos e 2,11 m é o brasileiro com mais anos de experiência na NBA. Vai para sua 14ª temporada e hoje é uma das lideranças da equipe da capital dos Estados Unidos. É titular e tem tudo para repetir a boa dobradinha no garrafão com o polonês Marcin Gortat. Sua rodagem na liga também pode ser muito útil na convivência com as jovens estrelas John Wall e Bradley Beal.
Anderson Varejão – Cleveland Cavaliers
O ala-pivô de 33 anos e 2,11 m se tornou um dos jogadores mais queridos da equipe do estado de Ohio – só perdendo para Lebron James – pela sua entrega e energia durante os jogos. Conviveu com inúmeros problemas de lesões nas últimas temporadas. Se conseguir se manter saudável, pode ser muito útil no esquema de jogo do técnico David Blatt. Com Kevin Love e o amadurecimento de Tristan Thompson, provavelmente Varejão não será titular, mas com certeza é uma peça importante na rotação.
Leandrinho – Golden State Warriors
O armador de 32 anos e 1,91 m foi importante no título da equipe da Califórnia na temporada passada. É o jogador mais experiente do time e tem a confiança do técnico Steve Kerr. Seu papel na equipe é ser uma espécie de “backup” dos armadores Stephen Curry e Klay Thompson. Pode repetir a parceria com Shaun Livingston, que também vem do banco e acrescenta ao jogo.
Tiago Splitter – Atlanta Hawks
O pivô de 30 anos e 2,11 m trocou o San Antonio Spurs – onde foi campeão há duas temporadas – pelos Hawks. Vai ajudar muito na parte defensiva e deve ser importante na rotação da equipe, que tem como pivôs Al Horford e Paul Millsap. Não deve ter dificuldade de adaptação ao seu novo time, pois o técnico do Atlanta é Mike Budenholzer, que foi assistente de Gregg Poppovich no San Antonio e já trabalhou com Tiago.
Bruno Caboclo – Toronto Raptors
Tratado como grande joia do basquete brasileiro, o ala de 2,06 m e 20 anos entra em seu segundo ano na liga com a expectativa de jogar mais minutos. O Toronto contará com uma equipe filial na liga de desenvolvimento (NBDL), o Raptors 905, onde o jogar poderá atuar para adquirir mais ritmo enquanto não é aproveitado no time principal.
Lucas Bebê – Toronto Raptors
O pivô de 2,13m e 23 anos está na mesma situação que seu companheiro brasileiro de time. Busca tentar se consolidar na liga e no plantel principal dos Raptors, que tem outros dois estrangeiros na posição de pivô: o lituano Jonas Valanciunas e o argentino e recém-chegado Luis Scola.
Raulzinho – Utah Jazz
O armador de 23 anos e 1,85 m vai para o seu primeiro ano na NBA, depois de ser draftado e optar por continuar mais dois anos na Espanha. Entra em um time muito jovem, liderado por Trey Burke e Gordon Hayward. Não me surpreenderia se jogasse bons minutos na sua temporada de estreia. Lembrando que ele joga na posição de um dos maiores ídolos da franquia: John Stockton.
Marcelinho Huertas – Los Angeles Lakers
Vai ser a primeira temporada do armador de 32 anos e 1,91 m na liga norte-americana. Ao final da temporada passada, decidiu não renovar com o Barcelona e recusou uma proposta do Galatasaray, da Turquia. Vai encontrar em Los Angeles o jovem armador D’angelo Russell, que foi a segunda escolha no último draft. Terá a honra de jogar com Kobe Bryant – em seu possível último ano de carreira. O craque, inclusive, já disse que o jogador brasileiro é muito inteligente e pode ajudar a equipe nesse novo desafio.
Cristiano Felício – Chicago Bulls
Na sua temporada de estreia, o pivô de 2,08 m e 23 anos vai ter a honra de jogar em uma das franquias de maior sucesso da NBA. Provavelmente será uma fase de adaptação para ele, que poderá aprender muito com colegas de posição do calibre de Pau Gasol e Joakim Noah.





