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CAMPEONATO MUNDIAL DE VÔLEI FEMININO DE 2025. QUARTAS DE FINAL. JOGO ÚNICO. PARTIDA ÚNICA. BRASIL. CLASSIFICADO. FRANÇA. ELIMINADA. SEMIFINAL. JOGO ÚNICO. PARTIDA ÚNICA. BRASIL. CONYRA. ITÁLIA. SÁBADO. 6 DE SETEMBRO DE 2025. 9H30. HORÁRIOD E BRASÍLIA. SEDE. TAILÂNDIA.
Vôlei

Brasileiras semifinalistas

Brasil supera França em 3 sets a 0 e vai encarar Itália na semi do Mundial feminino.

Seleção brasileira sofre nas 2 primeiras parciais, mas deslancha e avança na Tailândia.

Quem vê o placar de 3 a 0 pode imaginar que a vitória brasileira contra a França nas quartas de final do Mundial de vôlei foi tranquila.

Mas não foi bem assim.

As 2 primeiras parciais foram bem apertadas, 27/25, 33/31, e o terceiro set foi um pouco mais tranquilo, 25/19.

Em alguns momentos, o Brasil ficou com a corda no pescoço, buscando placares e salvando set points.

No fim, a vaga na semifinal chegou e o sonho do inédito título segue vivo.

Na semifinal, o Brasil enfrenta a Itália, atual campeã olímpica e da Liga das Nações, e que não perde uma partida há 34 jogos.

O jogo será às 9h30 (horário de Brasília) de sábado (6), com transmissão do sportv2 e tempo real do Globo Esporte.

A notícia que anima é que o último time a bater as italianas foi exatamente o Brasil, em junho do ano passado, na fase classificatória da Liga das Nações.

Julia Bergmann errou algumas bolas decisivas no primeiro set, mas cresceu a partir da segunda parcial, e foi fundamental na vitória com 18 pontos.

Gabi também teve altos e baixos, foi bloqueada 2 vezes no fim do segundo set, mas ainda assim terminou a partida segura e com 13 pontos.

Rosamaria terminou com uma porcentagem de aproveitamento de ataque altíssima.

As centrais Diana e Julia Kudies tiveram ótimos momentos no saque e no bloqueio.

O Brasil começou muito bem o primeiro set, com 5 a 2 e, depois, 10 a 5.

Naquele momento, Roberta conseguia distribuir bem as jogadas com Julia Bergmann, Diana e Gabi.

Naquele momento, o técnico da França pediu tempo, e a equipe europeia se encontrou na partida.

O passe brasileiro deixou de ser perfeito, o saque não causava problemas para recepção francesa, e a equipe europeia passou pela primeira vez no placar com 21 a 20.

Um bloqueio de Ju Kudies colocou o Brasil na frente de novo, 23 a 22.

No fim, em um toque na rede da França, set para o Brasil 27 a 25.

A França dominou o início do segundo set.

Com saque forçado, as francesas quebraram o passe das brasileiras e abriram vantagem no início.

Primeiro com 6 a 4, depois 9 a 6 e aumentou a distância para 19 a 15.

Ali, uma sequência de 4 pontos do Brasil mudou a história do set e deixou tudo igual.

O Brasil teve 2 sets points, um deles no saque francês, mas não conseguiu fechar.

A França, por sua vez, chegou a fechar o set em 28 a 26, mas um pedido de revisão de toque de bloqueio colocou o placar em 27 a 27.

Após trocas intensas de pontos, Gabi colocou no chão e fechou 33 a 31.

O terceiro set foi mais tranquilo.

O Brasil abriu vantagem no início e se manteve sempre à frente.

Cazaute e Ndiaye, que jogaram muito bem as duas primeiras parciais, não conseguiram manter o ritmo e passaram a errar mais.

Paralelo a isso, o Brasil acertou a medida no saque, melhorou o passe e viu o sistema bloqueio-defesa aparecer melhor.

Julia Bergmann foi gigante no fim e garantiu a vitória por 25 a 19.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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