Brasil bate Irã por 3 a 1 e segue líder da Liga das Nações.
Brasil não teve vida fácil, mas prevaleceu sobre o Irã, com 20 pontos de Lucarelli.
Nesta quinta-feira (17), time enfrenta a Austrália às 10 horas (horário de Brasília).
Depois de um jogo duríssimo com a Eslovênia, a seleção brasileira masculina de vôlei passou nesta quarta-feira (16) pelo Irã por 3 sets a 1, com parciais de 25/19, 23/25, 25/19 e 21/21 e manteve a ponta da competição, que está sendo disputada em formato de bolha em Rimini, na Itália.
Nesta quinta-feira (17), o Brasil pega a Austrália às 10 horas (horário de Brasília), com transmissão do SporTV2.
Lucarelli foi o maior pontuador da partida, com 20 pontos, mas outros brasileiros se destacaram diante do Irã: o líbero Thales e o levantador Fernando Cachopa.
Carlos Schwanke iniciou a partida com Lucarelli, Cachopa, Mauricio Souza, Isac, Alan, Douglas e Thales.
O Irã, que somava cinco vitórias, começou o jogo com Mojarad, Milad, Kazemi, Marouf, Salehi, Seyed e Salehi.
Os dois times iniciaram o jogo forçando o saque, e o Brasil logo cedo mostrou bom volume de jogo, com belas defesas no fundo da quadra.
Cachopa começou o set acionando Alan, e os iranianos não deixavam os brasileiros abrirem no placar usando saques potentes.
Os brasileiros chegaram a abrir quatro pontos, mas o Irã voltou a encostar no placar.
O técnico do Irã pediu tempo com quatro pontos atrás no placar: 10 a 14.
Mas o Brasil conseguiu parar os adversários no bloqueio e com bons contra-ataques, abrindo larga vantagem: com 21 a 14, o técnico do Irã parou de novo.
Quando o set parecia ganho, o Brasil demonstrou um momento de ansiedade e o Irã chegou aos 19 pontos com dois bons contra-ataques.
Foi a vez de Schwanke pedir tempo, com 23 a 19. Deu certo, o Brasil fechou em 25 a 19, com uma largadinha de Maurício Souza.
O Brasil tentou começar o set no mesmo ritmo, mas errou duas bolas consecutivas e permitiu que o Irã mantivesse o equilíbrio no placar.
Com belo ataque de Kazemi, os iranianos viraram em 4 a 3 e com saque forçado, conseguiram parar o Brasil no bloqueio e abrir em 8 a 5 na primeira parada técnica.
Com belos ralis, o Brasil teve paciência para empatar o set em dez pontos e levar o técnico Vladimir Alekno a pedir tempo.
O Irã voltou a abrir dois pontos, o Brasil empatou e voltou à frente com belo ponto de Lucarelli.
Um canhão de Kazemi pela saída de rede colocou o Irã na frente novamente: 23 a 22, e pedido de tempo para o Brasil, com Schwanke pedindo confiança aos jogadores.
Com ace de Kazemi na sequência, o Irã chegou ao set point, e com bloqueio duplo em cima de Alan, os rivais fecharam em 25 a 23.
Aparentemente desestabilizado, o time do Brasil iniciou o terceiro set perdendo por 2 a 0 e reclamando com a arbitragem.
Mas o time empatou em 2 a 2, na sequência Lucarelli pontuou e provocou os jogadores iranianos.
O clima continuou quente, com os jogadores do Irã respondendo aos brasileiros e comemorando cada ponto efusivamente, levando Lucarelli a tomar cartão amarelo.
O momento parecia melhor para os iranianos.
O Brasil conseguiu abrir três pontos, e com 9 a 6, o Irã pediu tempo.
A partida esfriou, e o Brasil conseguiu manteve quatro pontos à frente especialmente com Cachopa acionando as pontas com Lucarelli e Alan.
Com ataque de Alan, o Brasil fechou o set em 25 a 19.
Leal pelo fundo meio abriu o placar do quarto set, que seguiu muito parecido com os anteriores: os dois times forçando muito o saque.
Com bloqueio consistente, o Brasil abriu seis pontos, e em 14 a 8 o Irã pediu tempo.
Lucarelli foi para o saque, fez ace e chegou a 17 pontos.
O Brasil ainda fez mais um ponto de bloqueio e Alekno parou o jogo novamente.
O Irã marcou quatro pontos na sequência, e chegou a 18 a 15, quando Schwanke pediu tempo.
O Irã conseguiu mais um ponto e encostou de vez no placar.
O Brasil foi melhor na fase final do set, e com ponto de bloqueio de Maurício Souza em Sadaat, chegou aos 23 a 19, mais um pedido de tempo do Irã.
O Brasil fechou em erro de saque de Kazemi: 25 a 21.
Reportagem: Globoesporte.globo.com
Adaptação: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro





