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JOGOS PAN AMERICANOS. BRASIL. ESTADOS UNIDOS. NAS SEMIFINAIS.
Análise

Brasil nas semifinais

Brasil elimina Estados Unidos, atual campeão do Pan, e garante vaga suada nas semifinais.

Em duelo decisivo pela fase de grupos, brasileiras vencem por 3 sets a 0 (parciais 25/21, 25/22 e 25/17) e despacham algoz da final de Toronto em 2015.

O Brasil conquistou nesta sexta-feira (9) uma vaga nas semifinais do vôlei feminino nos Jogos Pan-Americanos.

A classificação veio diante dos Estados Unidos em 3 sets a 0, parciais 25/21, 25/22 e 25/17.

Com uma vitória e uma derrota na fase de grupos diante de Porto Rico e Argentina, respectivamente, o confronto contra as americanas valia a sobrevivência nos Jogos de Lima, no Peru.

E, com emoção, o Brasil não só superou os Estados Unidos, mas, consequentemente, também eliminou as atuais campeãs do Pan.

Com a derrota para o Brasil, os Estados Unidos acabaram na terceira posição do grupo.

Como avançam para as semifinais apenas os dois melhores dos grupos A e B, as americanas estão fora das finais da modalidade pela quarta vez em 17 edições de Pan.

Além das brasileiras, a Argentina também avançou no grupo B.

Pelo grupo A, a última rodada ainda não foi encerrada.

Com as vagas ainda em aberto, se enfrentam ainda nesta sexta Colômbia contra Canadá e Peru contra República Dominicana.

Lembrando que no Pan a contagem dos pontos é diferente na tabela de classificação.

Na fase de grupos somou cinco pontos por jogo a seleção que venceu por 3 sets a 0.

Nos outros casos, cada país teve pontuação correspondente ao número de sets que ganhou nos confrontos.

Por exemplo, em vitória por 3 sets a 2, a seleção que venceu somou três pontos, e a que perdeu levou 2.

Com esse formato, a disputa por cada set só aumentou a pressão para cima das equipes.

O Brasil começou melhor o jogo, abrindo dois pontos e já impondo respeito ao atual campeão do Pan, que, inclusive, venceu as brasileiras na final de 2015.

No 1 a 0 a levantadora Macris marcou um ace e, Mara bloqueou o ataque americano na sequência.

Ao longo do primeiro set, o equilíbrio imperou entre os dois times.

O Brasil, no entanto, esteve a frente quase toda a parcial.

Abriu 8 a 4, viu as americanas encostarem e depois virarem só no 11 a 10.

Ponto a ponto o set foi sendo disputado.

Porém, na reta final brilhou a precisão do levantamento de Macris e do ataque de Lara.

As brasileiras abriram vantagem de quatro pontos e fecharam o set em 25 a 21.

Na segunda parcial, novo equilíbrio entre os dois times.

E a vitalidade da equipe do Brasil, que tem média de só 24 anos no Pan (uma mistura do time que conquistou a vaga para Tóquio no pré-olímpico com atletas da nova geração), voltou a superar as americanas.

Paula, como nos outros jogos da fase de grupos, entrou vibrante e ajudou na virada de bola do Brasil. Lorenne, que também foi destaque nos primeiros jogos, voltou a brilha.

Na força ou na largadinha, ela fechou o segundo set com 18 pontos marcados.

Também destaque no segundo set, só que nesse caso negativo, foi a americana Kingdon, que sentiu a pressão nos pontos finais e entregou/errou duas bolas decisivas na reta final da parcial, que assim terminou 25 a 22.

O terceiro set se apresentou como o mais difícil do jogo, com os Estados Unidos a frente nos pontos iniciais.

Mas com a queda de rendimento da até então destaque da equipe americana, Krystal Rivers, a previsão se inverteu, e o Brasil cresceu do meio do terceiro set em diante.

O país abriu 14 a 10 e depois administrou, e ampliou, a vantagem.

O terceiro set terminou 25 a 17.

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