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LIGA DAS NAÇÕES DE VÔLEI FEMININO. BRASIL. BÉLGICA. TAILÂNDIA.
Análise

Brasil na Fase Final

Brasil “esquece” de jogar um set, mas bate Bélgica e vai às finais da Liga das Nações.

Seleção “esquece” de jogar um set, mas não tem problemas para atropelar a frágil seleção europeia.

Nesta quarta-feira (13), equipe volta à quadra para enfrentar a Tailândia, em Eboli, na Itália.

Faltava apenas um passo.

E nem foi preciso assim muito esforço para que a seleção garantisse seu lugar na fase final da Liga das Nações.

Diante de um rival jovem e frágil, o Brasil se deu ao luxo até a “esquecer” de jogar um set.

Mas, por 3 sets a 1, parciais 25/15, 25/14, 21/25 e 25/23, a seleção de José Roberto Guimarães bateu a Bélgica em Eboli, na Itália.

Com o resultado, chegou a 31 pontos e assegurou a vaga na disputa pelo título, em Nanquim, na China, a partir do dia 27 de junho.

Foi a décima primeira vitória do Brasil na competição, que tem apenas duas derrotas.

Com a vitória desta terça-feira (12), a seleção não pode mais ficar fora da lista de cinco melhores da fase de classificação, a China, por ser sede, já está garantida.

A seleção volta à quadra nesta quarta-feira (13), às 12 horas (horário de Brasília), contra a Tailândia.

Na quinta-feira (14), o Brasil encerra a participação na fase de classificação contra a Itália.

Foi um erro de saque do lado de lá que abriu a conta.

Uma pancada, depois uma largadinha, e, pronto, Tandara fez o Brasil chegar logo a 3 a 0.

O técnico belga pediu tempo.

Nada adiantou.

A seleção abriu 10/4, e Gert Vande Broek esgotou suas paralisações.

Tudo, porém, era fácil demais para as brasileiras.

Nem precisou de muito esforço.

No ataque para fora de Van Gestel, 25/15, em apenas 24 minutos.

Sem Drussyla, liberada após lesão na mão, Zé Roberto manteve Gabi em quadra.

A Bélgica passou a forçar mais e melhorou.

A bola já não caía mais tão facilmente, e o bloqueio rival se mostrou forte.

Aos poucos, porém, o Brasil conseguiu abrir vantagem.

Na segunda parada técnica, Tandara, em golpe colocado, abriu 16/10.

O time europeu, com uma média de idade mais baixa que a equipe brasileira, até se esforçava. Chegou a evitar algumas bolas que pareciam impossíveis.

Mas não teve muito jeito.

Rosamaria, que entrara pouco antes, fechou o set com um ace: 25/14.

A ponteira seguiu em quadra no lugar de Gabi.

A Bélgica, uma vez mais, tentou seguir viva em quadra.

Desta vez, conseguiu.

Com Tandara poupada e Monique em quadra, o Brasil demorou a engrenar.

A Bélgica se aproveitou e tomou a frente (16/14).

O saque belga passou a causar estragos no passe brasileiro. Foi assim até o fim.

Van Gestel fechou para as belgas em 25/21.

Tandara voltou à quadra, mas o Brasil seguiu tendo problemas em quadra.

A Bélgica, empolgada, abriu 4/2 depois de uma recepção ruim de Amanda.

Aos poucos, porém, o Brasil conseguiu desgrudar no placar.

O esforço das belgas parou de surtir efeito.

Mesmo assim, a seleção de Zé Roberto voltou a vacilar.

Errou passes, se complicou no ataque, mas chegou à vitória.

Com um ataque de Tandara, fechou o jogo e selou a classificação rumo às finais: 25/23.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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