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LIGA DAS NAÇÕES. SÉRVIA. BRASIL. VÔLEI FEMININO.
Análise

Brasil acelera, derruba a Sérvia e reage na Liga das Nações

Seleção de Zé Roberto se recupera de derrota para Itália e fecha etapa com vitória por 3 a 0.

A resposta precisava ser imediata.

E, poucas horas depois da derrota para a Itália, o Brasil reagiu da melhor forma possível.

Diante da Sérvia, outro rival à altura, a seleção de José Roberto Guimarães não deu espaços para uma nova queda no ginásio Nilson Nelson, em Brasília.

Firme desde o início, o time derrubou a rival em 3 sets a 0, parciais 25/21, 25/9 e 25/21.

Foi a última partida da seleção na segunda etapa da Liga das Nações.

Com três vitórias e uma derrota em Brasília, a equipe segue firme na briga pela classificação à fase final da competição.

No total, são seis triunfos e duas derrotas até aqui.

Na próxima semana, a seleção treina em Barueri, antes de embarcar para a Bulgária na última etapa da classificação.

Em Sofia, o Brasil vai encarar China, Coreia do Sul, Bulgária e Tailândia, entre os dias 29 de junho e 3 de julho.

Força no bloqueio: Muito mal no fundamento contra a Itália, o Brasil construiu sua vitória neste domingo pelo bloqueio.

No sábado (18), foram apenas 5 pontos.

Contra a Sérvia, a seleção fechou a partida com 19 no total.

Carol, com 6 pontos, Kisy e Pri Daroit, com cinco cada, foram os destaques.

Na pontuação geral, Gabi, Pri Daroit e Kisy, com 14 pontos, foram as principais pontuadoras.

Carol, com 13 pontos, veio logo atrás.

Do outro lado, Bjelica, com 8 pontos, foi o principal nome de uma Sérvia sem forças.

De olhos bem abertos: Um detalhe interessante na partida foi a presença de jogadoras da seleção italiana no ginásio.

Mesmo sem jogo marcado para este domingo (19), Paola Egonu e outras companheiras fizeram questão de assistir à partida entre duas das principais rivais na Liga.

Primeiro set – Firme, Brasil larga na frente: Um erro de Kisy até abriu a contagem para o lado de lá.

Mas, na necessidade de reagir na Liga, o Brasil foi à quadra com outra postura.

Era um início equilibrado, é verdade.

Só que, ao contrário do dia anterior, a seleção soube aproveitar as chances.

Na pancada de Gabi, marcou 8/5 e abriu vantagem logo de cara.

O bloqueio, inoperante contra as italianas, também evoluiu.

Foi assim que Kisy subiu para parar o ataque sérvio e marcar 10/6.

Em um momento de desatenção, a Sérvia reagiu e encostou, diminuindo a diferença para apenas um ponto (10/9).

Mas foi por pouco tempo.

Em um toque na rede de Bjelica, o placar subiu para 14/10.

As rivais até ameaçavam uma reação em alguns momentos.

A seleção da casa, porém, se mantinha firme.

No bloqueio de Kisy, marcou 20/16 e encaminhou a vitória no set.

No fim, um bloqueio de Pri Daroit deu números finais à parcial: 25/21.

Segundo set – Brasil atropela e amplia vantagem: Na volta à quadra, o Brasil acelerou.

Sem suar, logo disparou no placar: depois de mais um bloqueio de Kisy, 8/1.

Àquela altura, a Sérvia parecia sem forças.

Em dois bloqueios seguidos de Carol, a vantagem saltou para 19/8.

A seleção não diminuiu o ritmo.

Com uma pancada de Kisy, ampliou a diferença para 20/8.

O Brasil jogava solto.

No embalo da torcida, não deu a menor chance para qualquer reação.

O bloqueio era a maior arma da seleção àquela altura, antes do fim da parcial, já eram 14 pontos.

No fim, um ace de Carol fechou a conta: 25/9.

Terceiro set – Sérvia faz jogo duro, mas Brasil fecha a conta: A Sérvia quis reagir na volta à quadra.

De primeira, largou na frente e abriu 9/6.

Mas o Brasil foi buscar.

No ataque para fora das rivais, tudo igual no placar.

A virada veio em um bloqueio de Pri Daroit, abrindo 13/12 na conta.

O jogo seguiu equilibrado.

Mas, mesmo em seu pior momento, a seleção seguiu firme.

No bloqueio de Diana, a seleção marcou 17/15, e o ginásio explodiu.

A Sérvia até tentou se manter na briga.

Mas, com autoridade, o Brasil se impôs.

A partir dali, já não deu chances às rivais.

Em um ataque de Gabi, abriu 19/16.

Não demorou para que o time da casa fechasse a conta: em mais uma pancada de Gabi, 25/21.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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