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Sem acesso ao fim da “Série B” de Portugal, meia do Feirense lamenta: “Fomos prejudicados”.
Com o time invicto há 11 partidas, Christian Fiel acredita que equipe poderia ter tirado diferença para o segundo colocado caso as últimas dez rodadas do campeonato fossem disputadas.
Após o estágio mais crítico da pandemia do novo coronavírus na Europa, apenas a primeira divisão de Portugal foi retomada.
A “Segundona” Lusa, onde joga o Feirense, foi encerrada do jeito que estava antes da paralisação causada pela Covid-19.
O time, que tem em seu elenco o meia Christian Fiel, ficou à beira de conseguir o acesso, o que poderia alcançar, caso as dez rodadas que ficaram faltando fossem disputadas.
Esse é um lamento do jogador paraense.
O Feirense ficou seis pontos atrás do segundo colocado, o quase homônimo Farense.
Vinha de longa sequência invicta e poderia aproveitar o embalo para tirar a diferença e ultrapassar o vice-líder durante as rodadas que ficaram faltando.
“Verdade. Foi uma temporada curta para mim e para o Feirense. Infelizmente aconteceu essa pandemia que afeta o mundo todo. Estávamos muito bem na competição, já eram 11 jogos sem perder e todos nós do clube fomos prejudicados”, lamentou Christian, que no Pará chegou a jogar por Tuna, Carajás e Castanhal.
Aos 31 anos, o meio-campista está com o futuro indefinido.
Seu contrato com o time português encerra na próxima semana e ele ainda não definiu se permanecerá na Europa ou se poderá voltar a jogar no Brasil.
Enquanto isso, mantém o preparo físico em Belém, próximo da família.
“Meu contrato acaba agora no dia 30 [de junho] e ainda não sei o que virá no futuro. Há interesse de clubes de Portugal e do Brasil também, mas nada definitivo. A temporada na Europa ainda não acabou, mas quando isso acontecer devem começar a surgir propostas mais concretas”, ponderou.
“Todo jogador quer jogar em grandes equipes. Comigo não é diferente. Ainda tenho condições de jogar em um grande da Europa ou aqui do Brasil. Sempre me dediquei no meu trabalho, sempre me cuidei e creio que em breve aparecerá um bom clube para eu jogar”.
Christian revela não haver preferência em um destino, mas, se pudesse, tem na ponta da língua a equipe na qual adoraria receber uma proposta.
“Quando criança tinha o sonho de jogar no Flamengo. É um clube de massa, que sempre lota os estádios onde joga. Mas hoje sou profissional e a minha preferência sempre será pelo lugar que me apresentar o melhor projeto, as melhores condições de trabalho e de vida para mim e minha família”, concluiu o paraense.
Reportagem: Globoesporte.globo.com
Adaptação: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro