Após muito tempo fora por lesão, Thiago Silva voltou a ser convocado para a Seleção da CBF, que dizem ser brasileira. O ex-capitão viu Miranda, preterido por Felipão na Copa do Mundo, assumir a condição de titular. Desde então, o time da CBF não foi derrotado por ninguém, com bom destaque para o sistema defensivo.
Questionado sobre sua situação no elenco, Thiago não titubeou: “A sensação é de que tiraram alguma coisa que te pertencia. Estou triste. Se eu disser que estou feliz não é verdade”, disse referindo-se à perda do status de capitão.
Ninguém questiona a qualidade técnica de Thiago Silva. Está seguramente entre os melhores defensores da atualidade. Isso se não for o melhor. Vale lembrar que nos dolorosos 7 a 1, ele não esteve em campo, por conta de suspensão automática. A questão que fica é a “liderança” natural do zagueiro do PSG. Será que ele era o capitão mais indicado para uma Copa do Mundo em casa?
Ok, o cara perdeu a braçadeira. Ok, ninguém foi conversar com ele. Compreendo a mágoa. O que não entra na minha cabeça é um cara que dizem exercer liderança sobre o grupo queixar-se publicamente da situação, expondo o atual treinador e o atual capitão na mídia.
Da mesma forma como nunca engoli o fato de o capitão da Seleção Brasileira chorar a cada hino e ausentar-se da reunião do grupo, num momento delicado como aconteceu na disputa por pênaltis contra o Chile. Fica a reflexão aos que engoliram a desculpa do “apagão” dada por Scolari. O Brasil construiu os 7 a 1 desde o início da Copa.






