Empresa nasce com DNA do esporte e mostra a importância, desde o início, em incentivar esportistas
A nutrição e o esporte estão no DNA da Rakkau, fabricante de suplementos naturais e pioneira no Brasil com este formato. É a primeira marca nacional a apoiar atletas vegetarianos de diversas modalidades. O time é formado pelos surfistas Alexandre Koxa e Thalita Longo, pelo triatleta Ulisses Franceschi e pela maratonista Gabriela Murta. “Nossa principal preocupação foi abraçar atletas que buscam sua evolução utilizando a nutrição esportiva como ferramenta essencial para seu desempenho durante os treinos e campeonatos”, explica Neto, diretor da marca.

A partir do mês de setembro, além de contarem com os produtos da marca, também terão o acompanhamento de uma equipe de nutricionistas especializados. O primeiro passo será o exame Nutrigenomix, testes genéticos que permitem uma avaliação nutricional personalizada de acordo com o DNA de cada indivíduo. A ideia da Rakkau é oferecer todo o suporte nutricional para que evoluam em suas modalidades.
Thalita Longo surfa desde os 14 anos. Vegetariana desde criança por preferência alimentar, ela desenvolveu ainda na adolescência o seu interesse pela alimentação saudável. Motivada pelo contato com a natureza e com a paz de estar dentro do mar, Thalita faz do surf uma escola, levando ensinamentos para a vida fora das ondas. Envolvida com esportes desde muito cedo, a surfista também possui uma forte ligação com o ballet e o jazz, além de já ter praticado tênis e capoeira. “O surf me trouxe ao longo dos anos, e ainda traz ensinamentos que acabo levando, mesmo sem querer, para minha vida”, conta Thalita.
Ulisses Franceschi não consome alimentos, não utiliza nada de origem animal e tem muito orgulho em dizer que é 100% vegetariano. Ele acredita que a nutrição e o esporte andam sempre juntos. Ulisses também cultua sociologia, física e política e tem consciência que atletas são formadores de opinião e que servem como exemplos para outras pessoas. “Minha maior motivação é mostrar às pessoas que é possível ser um atleta vegano”, ele afirma.
Já a maratonista catarinense Gabriela Murta é vegetariana pelo bem estar que o vegetarianismo lhe proporciona e

pelo bem do meio ambiente e do planeta. A atleta também evita alimentos industrializados e com alto teor de açúcar. “A nutrição é muito importante tanto nos treinos como fora deles quando estamos recuperando para o próximo treino. Comer direito e em quantidade certa faz toda a diferença para a longevidade no esporte e para atingir resultados”, diz Gabriela.
O único que não segue o vegetarianismo, mas que não deixa de lado a alimentação saudável é o surfista Rodrigo Koxa. Skatista nas horas vagas e surfista por amor e profissão, Rodrigo gosta de observar as ondas antes das competições e desbrava-las, tanto em cima da prancha, quanto nas previsões meteorológicas. “Sempre antes de surfar uma onda gigante eu acordo de madrugada, chego no lugar ainda a noite e observo bastante o mar para saber bem onde as ondas estão quebrando e onde devo me posicionar. Na noite anterior procuro me alimentar com alimentos bem leves e nutritivos. Na hora do surf eu me foco totalmente no momento presentem pois em minha profissão, qualquer erro pode ser fatal”, ele conta.





