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Análise

As grandes e as gigantes

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Antes do jogo começar, as favoritas eram as americanas, todo mundo falava que o jogo era perigoso e que os Estados Unidos eram um grande time. Sim, esqueceram de um detalhe.

O jogo foi um reflexo da campanha do Brasil na Olimpíada, o começo foi uma porcaria. Não vou perder o meu e o seu tempo comentando taticamente vôlei, que eu não entendo lhufas, na verdade, eu nem gosto muito, mas o Brasil tomou um vareio de bola dos EUA na primeira fase da olimpíada e no primeiro set da final. Todo mundo achou que tinha acabado, porque os EUA estavam em grande fase.

Aí, o vareio foi todo nosso, com grande atuação da Jaque, ou da Sheila, eu nunca sei qual é qual e da Carai, que jogou pra Garay (o Meia-Hora já tinhe feito essa, mas é boa) de novo, passou o carro e mostrou que ninguém vai pra olimpíada de graça, muito menos ganha uma olimpíada de graça. No momento, a torcida de vôlei parou com a chatisse do “ai ai ai, em cima em baixo, puxa e vai!” e o hit “eu sou brasileiro, com muito orgulho!”, começando com o “o campeão voltou!”, muito mais condizente com o tamanho do time que jogava.

O tamanho de um time é medido pelo que você faz nessas horas. Ninguém duvida do tamanho dos EUA no vôlei, era o melhor até hoje e era um grande time, o Brasil, no vôlei, é gigante!

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