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ELIMINATÓRIAS DA COPA DO MUNDO DE 2022. CATAR. PRIEMIRA FASE. DÉCIMA TERCEIRA RODADA. ARGENTINA. URUGUAI. CONMEBOL. CONFEDERAÇÃO SUL-AMERICANA DE FUTEBOL.
Análise

Argentina vence o Uruguai

Argentina vence Uruguai com golaço de Di María e fica próxima da Copa do Mundo.

Time de Lionel Scaloni não joga tão bem, mas segura pressão do rival, conquista vitória com pintura do camisa 11 e deixa Celeste mais pressionada.

Messi atua por pouco mais de 15 minutos no segundo tempo.

A Argentina contou com sorte, a falta de precisão do rival e a genialidade de um craque para botar um pé na Copa do Mundo.

O time de Lionel Scaloni venceu o Uruguai por 1 a 0 nesta sexta-feira (12), em Montevidéu, e garante a vaga no Catar com mais 3 pontos.

A equipe não foi bem no clássico.

Produziu pouco, viu Emiliano Martínez fazer várias boas defesas, e a Celeste errar muitos gols.

E a genialidade do craque?

Não foi Messi.

Poupado na maior parte do tempo, o camisa 10 viu do banco de reservas um golaço de Di María, que garantiu os 3 pontos.

E ampliou a pressão no time de Óscar Tabárez.

A Argentina chegou aos 28 pontos, que é exatamente a mesma pontuação que fez nas eliminatórias para 2018, mas ainda com mais seis partidas a disputar.

Com mais 3 pontos, a Albiceleste garante a vaga no Catar com antecedência.

O Uruguai segue pressionado.

Estaciona nos 16 pontos, é só o sexto lugar, e hoje estaria fora do Mundial.

Na terça-feira (16), os argentinos fazem clássico com o Brasil, em San Juan, e a Celeste visita a Bolívia em La Paz.

Os seis minutos iniciais do clássico no Campeón del Siglo foram o resumo do que foi a partida.

Aos 4 minutos do primeiro tempo, Nández parou em Emiliano Martínez em um chute cara a cara com o goleiro argentino.

Dois minutos depois, aos 6 minutos do primeiro tempo, Di María recebeu na área pela direita, ajeitou o corpo e com uma linda finalização de canhota, colocou no ângulo direito de Muslera.

Um golaço.

Essa foi a única finalização da Argentina até os 13 minutos do segundo tempo.

A Celeste, por sua vez, pressionou, criou chances, mas não conseguiu evitar a derrota.

Só Luis Suárez perderia perderia duas boas oportunidades na primeira etapa.

Vecino também desperdiçou e parou nas mãos de Dibu Martínez.

Na segunda etapa, o panorama não mudou.

A impressão é que a Argentina se poupou para o clássico com o Brasil.

A pressão uruguaia durou até os minutos finais, nos pés dos jovens Facundo Torres e Álvarez Martínez, que entraram no decorrer do jogo.

Mas a falta de pontaria e a boa fase do goleiro do Aston Villa salvaram a vida da equipe de Lionel Scaloni, que confirmou a vitória: 1 a 0.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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