Esquema de Jogo

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COPA AMÉRICA DE VBASQUETE MASCULINO. FINAL. JOGO ÚNICO. PARTIDA ÚNICA. ARGENTINA. CAMPEÃ. TRICAMPEÃO. 2001.2011. 2022. BRASL. VICE-CAMPEÃO.
Análise

Argentina tricampeã

Brasil erra último arremesso e é derrotado pela Argentina na final da Copa América de Basquete.

Seleção teve chance nos segundos finais, mas bola de Lucas Dias não caiu.

Argentinos chegam ao tri da competição com vitória por 75 a 73 no ginásio Geraldão, no Recife.

A Copa América de Basquete voltou ao Brasil após 38 anos, mas a festa, ao final das contas foi da Argentina.

Na decisão disputada na noite deste domingo (11), no ginásio Geraldão, no Recife, a Seleção conseguiu uma virada que parecia histórica e, em final dramático, teve o último arremesso do jogo, mas a bola de três pontos de Lucas Dias não caiu e os hermanos venceram por 75 a 73, chegando ao tricampeonato e adiando o sonho do penta brasileiro.

Os argentinos tiveram dois primeiros quartos de superioridade, em que abriram vantagem com bom aproveitamento da linha de três pontos.

Depois de uma “sacudida” no intervalo, o Brasil voltou melhor e conseguiu uma reação que o fez virar o placar no último quarto.

No entanto, a Argentina pontuou com o cestinha da Copa América, Gabriel Deck, e a bola brasileira no fim ficou no aro.

Deck foi o cestinha do jogo, com 20 pontos, e eleito o MVP da competição.

Laprovittola, com 15 pontos, e Campazzo, com 13 pontos, também se destacaram pelos campeões.

No Brasil, Benite terminou com 18 pontos, e Huertas e Yago tiveram 11 pontos cada.

Argentina iniciou o jogo acertando quatro bolas de três pontos, e os arremessos do Brasil não caíam.

Dessa forma, os adversários abriram 14 a 4 e técnico Gustavo de Conti pediu tempo.

Após entrada de Yago, a seleção deu uma melhorada e estancada no ritmo argentino, mas não conseguiu emplacar uma reação consistente.

A artilharia argentina do perímetro seguiu forte (6 de 13), e do lado brasleiro apenas uma bola de três pontos, com Lucas Mariano.

Dessa forma, a seleção finalizou o quarto perdendo de 26 a 14.

O Brasil voltou com uma bola de três de Benite para dar moral e levantar o torcedor no Geraldão.

Com algumas jogadas bem trabalhadas, a diferença foi reduzida para 23 a 30, mas a Argentina voltou a acertar arremessos de três pontos e emendou infiltrações na defesa brasileira, aumentando o placar para 40 a 25.

Assim como no primeiro quarto, o esboço de reação esbarrou nos erros da linha de três pontos, foram apenas 3 arremessos certos de 14 tentativas.

Do outro lado, os argentinos mantiveram-se pontuando, principalmente após boa distribuição de bola que achava o jogador melhor posicionado.

A vantagem adversária no intervalo foi de 48 a 38.

O Brasil voltou muito melhor no terceiro quarto e trouxe competitividade à partida.

Cinco bolas de três pontos caíram, a defesa melhorou e os jogadores pegaram rebotes ofensivos.

A seleção esteve a três pontos no placar em pelo menos quatro oportunidades, mas não conseguiu empatar.

Benite foi o que mais cresceu no quarto, chegando a 15 pontos no jogo.

Com duas bolas do perímetro acertadas.

Na argentina, os principais pontuadores estancaram, mas Laprovittola chamou a responsabilidade, chegando a 13 na partida.

Placar de 67 a 60 para os visitantes.

Bola de três no início diminuiu diferença pra 67 a 65.

Depois empate em cesta de Léo Meindl após rebote ofensivo, que colocou fogo no ginásio.

Virada brasileira para 70 a 69 após bola de três pontos de Lucas Dias no canto e, a partir daí, tensão a cada posse de bola.

Bola de três de Lucas Dias colocou Brasil na frente 73 a 71, e depois de erro argentino, Yago não conseguiu acertar.

Campazzo deu bela assistência para Delia empatar em 73 a 73.

Após arremesso errado de Benite, posse argentina e cesta de Gabriel Deck para botar Argentina na frente por 75 a 73 com 16 segundos restando no placar.

Tempo brasileiro pedido.

Na volta, a jogada foi em Lucas Dias, que estava quente nos arremessos de três, mas a bola não caiu e a Seleção não conseguiu pegar o rebote.

Vitória da Argentina.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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