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SUPERLIGA DE VÔLEI FEMININO. FINAL. PRIMEIRO JOGO. MINAS-MG. PRAIA CLUBE-MG.
Análise

A um passo da taça

Minas acelera, bate o Praia Clube e abre vantagem na final da Superliga.

Time de Belo Horizonte consegue primeira vitória contra rivais na temporada e larga na frente na decisão.

Em uma final, o histórico de uma rivalidade por vezes fica em segundo plano.

Até a noite desta sexta-feira (22), o Minas não ainda não havia vencido o Praia Clube na temporada.

Em cinco jogos, apenas derrotas.

Mas, em busca do terceiro título seguido da Superliga, a equipe de Belo Horizonte quis ignorar qualquer retrospecto no ano.

Ao acelerar na quadra do ginásio Nilson Nelson, em Brasília, bateu as rivais 3 sets a 1, parciais 25/18, 25/22, 22/25 e 25/22.

Agora, está a um triunfo de levar mais uma vez o título nacional.

Com a vitória, o Minas abre 1 a 0 na série contra o Praia Clube.

As equipes voltam a se enfrentar na próxima sexta-feira, dia 29 de abril, às 21 horas (horário de Brasília).

Se vencer, a equipe de Belo Horizonte fecha o confronto e fica com o título.

O time de Uberlândia, por sua vez, precisa do triunfo para se manter vivo na briga.

O sportv2 transmite a partida ao vivo, e o Globo Esporte acompanha tudo em tempo real.

Primeiro set – Minas acelera e abre vantagem: Minas começou acelerado.

No bloqueio de Carol Gattaz, abriu 4/1 na conta.

O Praia tentou responder na mesma moeda, com Carol junto à rede.

No primeiro grande rali do jogo, a equipe de Uberlândia chegou ao empate com um ataque de Kasiely: 5/5.

A virada veio pouco depois, com um bloqueio sobre Kisy.

Mas ainda era muito cedo para definir qualquer rumo dentro da final.

Um ace de Thaisa e, pronto, Minas voltou à frente com 11/10 na conta.

Nenhum dos lados, porém, conseguia se desgrudar no placar.

Até que Pri Daroit, muito bem àquela altura, aproveitou um contra-ataque para abrir 18/15 na contagem.

Paulo Coco, então, parou o jogo pela primeira vez.

Não adiantou.

Logo, em mais um bloqueio de Carol Gattaz, o Minas abriu 22/17.

O técnico do Praia parou o jogo mais uma vez.

Em nada diminuiu o ritmo do Minas.

Oszoy, outro destaque até ali, marcou duas vezes seguidas para fechar a parcial: 25/18.

Segundo set – Minas volta a dominar e amplia vantagem: O Praia, claro, quis reagir.

O time de Uberlândia tentou explorar mais a força de Brayelin Martinez no ataque.

O Minas, no entanto, manteve o ritmo.

Nos bloqueios de Carol Gattaz e nos ataques de Pri Daroit e Oszoy, a equipe de Nicola Negro tentou seguir no mesmo embalo do set inicial.

Assim, abriu 8/6 na conta, apesar do esforço das rivais.

O time de Uberlândia, no entanto, conseguiu chegar ao empate.

No bloqueio de Carol sobre Kisy, fez o placar marcar 9/9.

Mas o Minas voltou a tomar a frente pelas mãos de Oszoy.

A ponteira turca, em uma pancada, abriu 11/9 para o time da capital.

Apesar de o ataque funcionar bem, a defesa era o maior diferencial da equipe de BH àquela altura.

Carol Gattaz segurou um ataque de Anne Buijs com o pé, e Kisy aproveitou o desmonte do outro lado para abrir 14/11.

Mas o Praia foi buscar.

A holandesa Anne Buijs, enfim, entrou no jogo.

Em dois pontos seguidos, um ataque e um bloqueio, fez com que o time de Uberlândia tomasse a frente em 17/16.

O Minas conseguiu retomar a dianteira, mas Carol, em um ace, deixou tudo igual: 20/20.

Só que o Praia voltou a se perder em erros.

Na reta final, a equipe de BH disparou mais uma vez e abriu 23/20.

As rivais até ameaçaram chegar, mas Thaisa fechou a conta e ampliou a vantagem do Minas: 25/22.

Terceiro set – Praia reage na marra e se mantém vivo: Um bloqueio de Anne sobre Kisy abriu a contagem no terceiro set.

Para se manter vivo no jogo, o Praia tentou reagir na marra.

Com autoridade, abriu 4/1 na conta.

O Minas foi buscar, mas por pouco tempo.

Na pancada de Martinez, o Praia abriu 7/4, e Nicola Negro pediu tempo.

Demorou um pouco, mas o Minas foi atrás uma vez mais.

Depois de um bloqueio sobre Tainara, Ju Perdigão e Claudinha não se entenderam: 9/9 na conta.

Pouco depois, porém, o Praia disparou mais uma vez.

A defesa do Minas, tão bem até ali, passou a deixar buracos e abriu espaço para que as rivais tomassem a frente.

Sozinha junto à rede, Brayelin Martinez só precisou jogar no chão para abrir 17/12.

Nicola Negro parou mais uma vez.

Na volta, Carol Gattaz contou com a sorte para marcar.

Depois de ficar no bloqueio, a bola bateu em sua cabeça e voltou à quadra do Praia.

O Praia, no entanto, manteve o ritmo.

O Minas até ensaiou uma reação àquela altura, mas viu as rivais abrirem 21/16.

Em uma polêmica de bola fora ou dentro, o time de BH levou a melhor no desafio.

Naquele momento, o Praia pareceu perder o foco.

E abriu espaço para que o outro lado voltasse ao jogo. Paulo Coco parou a partida mais uma vez.

O Minas manteve o embalo e fez a diferença cair para apenas um ponto: 22/21.

O time de Uberlândia, porém, conseguiu se rearranjar em quadra e segurou a reação.

No saque para fora de Pri Heldes, fechou em 25/22.

Quarto set – Minas segura reação rival e fecha o jogo: Logo de cara, um rali.

Depois de uma longa disputa, Tainara conseguiu furar o bloqueio rival para abrir a conta no quarto set.

O Praia conseguiu marcar 4/2, mas viu o Minas buscar e passar à frente com Oszoy.

A equipe da capital quis acelerar mais uma vez.

No embalo, abriu 8/5 no placar e obrigou Paulo Coco a pedir tempo.

Não funcionou.

O Minas disparou e abriu 11/5 na conta.

Ao ceder pontos para as rivais, o Praia viu o placar marcar 14/8.

O Minas até cometeu dois erros em sequência, mas logo reagiu e abriu 16/10.

Paulo Coco, mais uma vez, pediu tempo.

O Praia até tentou reagir na marra.

Conseguiu reduzir a diferença para apenas dois pontos com uma pancada de Martinez: 21/19.

Nicola Negro parou o jogo para arrumar a casa.

Na volta, um erro de Thaisa, ao pisar na linha de três metros, fez com que a vantagem caísse para apenas um ponto.

Foi quando o Minas acordou.

Com autoridade, o Minas voltou a abrir e garantiu a vitória na primeira partida da final: 25/22.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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