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Novas empresas de material esportivo.
Copa do Mundo de 2026 apresenta novas marcas para o mercado.
Confira as fornecedoras de material esportivo que estrearão no principal torneio do futebol mundial.
A ampliação no número de seleções na Copa do Mundo aumentou a oportunidade para fornecedoras de material esportivo emergentes.
Historicamente dominado por gigantes como Nike, adidas e PUMA, o mercado de uniformes de seleções em Copas do Mundo passa a receber novos nomes em 2026.
Marcas regionais ou em processo de internacionalização aproveitaram a classificação inédita de algumas equipes para alcançar a principal vitrine do futebol mundial.
A expansão da Copa do Mundo de 2026, que contará pela primeira vez com 48 seleções, tende a ser um divisor de águas também fora das 4 linhas.
A mudança também ampliou oportunidades comerciais e institucionais para federações emergentes e, consequentemente, para fornecedoras de material esportivo com menor tradição no cenário global.
Historicamente dominado por gigantes como Nike, adidas e PUMA, o mercado de uniformes de seleções em Copas do Mundo passa a receber novos nomes em 2026.
Marcas regionais ou em processo de internacionalização aproveitaram a classificação inédita de algumas equipes para alcançar a principal vitrine do futebol mundial.
Um dos casos mais emblemáticos é o da Saeta, fornecedora da seleção do Haiti.
A parceria entre empresa e federação teve início em 2014 e foi consolidada com a classificação haitiana para o torneio.
O Haiti retornará à Copa do Mundo após 52 anos de ausência, já que sua única participação havia sido em 1974.
Embora estreante na competição, a marca colombiana já possui trajetória consolidada em seu país, tendo vestido clubes tradicionais como Once Caldas, Milionários, América de Cali e Independiente Santa Fé.
Outro estreante será a 7Saber, também conhecida como Seven Saber. Criada em Tashkent (Uzbequistão) em 2021, a empresa nasceu focada em diferentes modalidades esportivas e posteriormente passou a atuar como fabricante de roupas esportivas e de vestuário casual, assim como no setor de bebidas energéticas.
Em agosto de 2025, a federação do Uzbequistão anunciou a troca de fornecedora após a sua classificação inédita para a Copa.
A 7Saber substituiu a alemã Jako, que vestia a equipe desde 2019.
A Capelli Sport também chegará pela primeira vez ao torneio.
A companhia, sediada em Nova York e fundada em 2011 pelo empresário George Altirs, firmou contrato de 4 anos com a federação de Cabo Verde para abastecer todas as seleções nacionais com uniformes de jogo, treino e viagem.
Apesar da estreia em Copas do Mundo, a marca já mantém presença internacional, tendo equipado clubes como AEK Atenas, MSV Duisburg e Austria Salzburg, além das seleções do Líbano e da Sérvia.
Outra marca beneficiada pelo novo formato é a Kelme.
A fornecedora estará presente com duas seleções em 2026: Jordânia e Bósnia e Herzegovina.
O número supera o de marcas tradicionais como Kappa, Umbro e Reebok, cada uma com presença em apenas uma equipe.
A ampliação da Copa do Mundo, portanto, não impacta apenas a geografia esportiva do torneio, mas também seu ecossistema comercial.
Ao incluir mais seleções de mercados emergentes e países sem histórico frequente no torneio, a competição abre espaço para novas marcas, fortalece identidades regionais e reduz, ainda que parcialmente, a concentração de visibilidade entre as grandes multinacionais do setor.
Reportagem: Mktesportivo.com
Adaptação: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro