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Análise

7 a 1 para o bem e para o mal

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A nossa Confederação de Futebol é a mesma, o presidente desta Confederação é o mesmo, a cor da camisa também é igual.

O que difere uma seleção da outra, é o amor pela camisa que se representa em um torneio oficial, é a força de vontade em vencer, é saber que mesmo não valorizas, elas se importam em jogar bem até o último minuto da partida, independente do adversário em campo.

O futebol feminino brasileiro não foi, não é e talvez nunca será valorizado pela nossa mídia e por esses abutres que “comandam” a CBF. O resultado de ontem contra o Equador, daqui um ano, ninguém vai lembrar mais, diferente dos 7 a 1 que os marmanjos levaram no ano passado, na Copa do Mundo jogando em pleno o Brasil.

Mas não importa. Elas fazem a parte delas dentro de campo, vão jogar em outros países e quando vestem a camisa da seleção, não querem aparecer mais do que as outras.

Sim, temos a Marta (que não está no Pan-Americano), talvez a única fora de série do futebol feminino brasileiro. Mas certamente, não a veremos sendo egoísta, se sentido dona do time e muita mais dando “piti” com árbitros, como acontece na seleção masculina.

Infelizmente os 7 a 1 não foi contra a Alemanha, até porque a seleção alemã não está nos jogos Pan-Americanos. Mas que este placar em cima do Equador lava a alma, certamente lava. Um pouco que seja, mas lava.

Há um pouco mais de um ano, estávamos estarrecidos com um placar de 7 a 1 desfavorável, jogando na nossa casa. Hoje, tivemos a sensação de…Gol do Brasil!

Parabéns, meninas!

brasilalemanha201471  david-luiz-alemanha

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