VITÓRIA ALVINEGRA

Madura, quase perfeita taticamente e cirúrgica.

Assim podemos definir a atuação do Botafogo na vitória por 1 a 0 diante do Nacional (Uruguai), na noite desta quinta-feira (6), no Estádio Parque Central, em Montevidéu, pelo jogo de ida das oitavas, da Libertadores.

Sem ser muito ameaçado, o Alvinegro aproveitou a chance que teve com João Paulo e volta para o Brasil precisando de um empate para avançar de fase.

O jogo da volta será realizado apenas no dia 10 de agosto, no Estádio Nilton Santos.

Até lá, o técnico Jair Ventura espera contar com reforços, como Valencia, que está muito perto do clube.

O Botafogo começou o jogo sem um armador.

Ao deixar Camilo no banco, Jair Ventura mostrou que iria buscar fortalecer a marcação no meio e aproveitar um contra-ataque para surpreender o Nacional.

O início do jogo foi truncado, com poucas chances de gols e com os uruguaios pressionando.

Aos 28 minutos do primeiro tempo, os jogadores no Nacional reclamaram de um toque de mão do lateral Victor Luis, que levantou muito os braços para tirar um cruzamento.

Como na maioria dos jogos da Libertadores, o Botafogo se mostrou muito seguro em campo, principalmente na marcação.

Aos 37 minutos do primeiro tempo, na primeira grande chance que teve, não falhou.

Pimpão recebeu lançamento pela esquerda e achou Bruno Silva na área.

O volante bateu errado, mas a bola sobrou para João Paulo que, com categoria, tocou por cima do goleiro e abriu o placar.

O Botafogo voltou para o segundo tempo aproveitando o placar.

Enquanto o Nacional (Uruguai) saia ao ataque, o alvinegro buscava os contra-ataques e tocava melhor a bola.

Um dos melhores jogadores em campo, João Paulo pediu para sair e teve Camilo como substituto.

Jair ainda colocou Guilherme no lugar de Pimpão, que correu muito para ajudar na marcação.

A pressão do Nacional-URU foi intensa até o final.

O Botafogo se segurou como pode até os 49 minutos e conseguiu a importante vitória no Parque Central.

Após o jogo, o elenco foi comemorar o resultado com os torcedores, que apoiaram o time do início ao fim.

Carli foi um dos melhores jogadores em campo e ganhou praticamente todas as divididas e jogadas aéreas no confronto.

O Emelec teve mais finalizações (sete contra cinco do San Lorenzo) e maior posse de bola (54% frente 46% dos argentinos), mas não foi efetivo.

O Ciclón fez um jogo preciso taticamente, se defendeu bem, correu poucos riscos e viu Belluschi, em bela cobrança de falta, marcar o gol da vitória por 1 a 0 na noite desta quinta-feira (6), em Guayaquil, no jogo de ida das oitavas de final da Libertadores contra a equipe equatoriana.

O triunfo deixa o time de Diego Aguirre em boas condições na briga pela vaga à próxima fase, que terá Lanús ou The Strongest como rival.

O jogo da volta será somente no dia 10 de agosto.

Desde 2013, o The Strongest não perdia em casa em torneios da Conmebol, única derrota em 25 partidas como mandante (2 a 1 para o Atlético-MG).

Nesta quinta-feira (6), o tabu foi salvo por pouco, mas em grande estilo.

Mesmo dominando a posse de bola, o time boliviano viu o Lanús abrir o placar no primeiro tempo, com Pasquini.

Mas Diego Bejarano fez um gol de letra nos acréscimos e garantiu o 1 a 1 no Estádio Hernando Siles, em La Paz, no jogo de ida das oitavas de final da Libertadores.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

 

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