SUPERCLÁSSICO NA AUSTRÁLIA

Um estádio gigante receberá o duelo entre Argentina e Brasil, no dia 9 de junho, na Austrália.

Por acontecer no extremo oriente, o jogo será, para o público brasileiro, às 7h05 no horário de Brasília, no Melbourne Cricket Ground.

O MCG, como é conhecido, tem capacidade para 100 mil torcedores na cidade de Melbourne, uma das maiores da Austrália, sede das Olimpíadas de 1956 e de jogos de futebol nas Olimpíadas de 2000, que aconteceram em Sydney.

O local foi o primeiro estádio de Cricket da cidade, criado ainda em 1854, há mais de 150 anos.

Com muitas evoluções, reformas, o estádio chegou a ter capacidade para 120 mil torcedores anos anos 1970, com um recorde de público em eventos esportivos na final do Campeonato de Futebol Australiano, uma espécie de Futebol Americano, com 121.696 torcedores.

No nosso futebol, o local foi palco de jogos da seleção australiana, inclusive contra o Brasil, no dia 17 de novembro de 1999, quando uma seleção B do Brasil, ainda dirigida por Vanderlei Luxemburgo, empatou por 2 x 2 com a Austrália, com gols de Ronaldinho Gaúcho e Fábio Júnior para o Brasil.

Na época, esse jogo do Brasil não era oficial e contava, na maioria, com jogadores que atuavam no país.

Basicamente, era um time que se preparava para o pré-olímpico, que viria na sequência.

A seleção foi a campo com Alexandre (Ponte Preta), Michel (Santos), Milton do Ó (Paraná), Jean (Santos) e Athirson (Flamengo); Marcos Paulo (Cruzeiro), Mozart (Coritiba), Lincoln (Atlético-MG) e Denílson (Real Bétis-Espanha); Warley (Udinese-Itália) e Adriano Gabiru (Atlético-PR).

Ainda entraram em campo Mancini (Atlético-MG), Álvaro (Goiás), Alex (Palmeiras), Fábio Júnior (Roma-Itália) e Ronaldinho Gaúcho (Grêmio).

Em 2017, o local será sede do Superclássico das Américas, contra a Argentina.

Reportagem: Placar.uol.com.br

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Confirme que você não é um robô. *