Quartas de final pegando fogo!!!

Com Tifanny decisiva no ataque, Sesi-Bauru vence Sesc-RJ e sai na frente nos playoffs da Superliga.

Em vitória por 3 sets a 1, equipe de Bauru mostrou bastante agressividade no ataque, principalmente com a ponteira, que foi a maior pontuadora da noite com 21 pontos.

Próximo duelo entre as equipes acontece na sexta-feira (22), às 21h30 (horário de Brasília), no Tijuca Tênis Clube.

O Sesi-Bauru conseguiu uma vitória importante sobre o Sesc-RJ na noite desta terça-feira (19), no ginásio Panela de Pressão, em Bauru.

Com a ponteira Tifanny decisiva no ataque, se destacando como a maior pontuadora da noite com 21 pontos, as paulistas ganharam o primeiro jogo válido pelas quartas de final da Superliga feminina por 3 sets a 1, com parciais de 25/23, 20/25, 25/17 e 25/23.

O próximo confronto entre as equipes pelos playoffs da Superliga acontece na sexta-feira (22), às 21h30 (horário de Brasília), no Tijuca Tênis Clube, no Rio de Janeiro.

Caso seja necessária, a terceira partida também será na casa do Sesc-RJ, mas só em caso de uma vitória para cada equipe.

Impulsionado pela torcida que compareceu em peso no ginásio Panela de Pressão, o Sesi-Bauru começou a partida no comando do placar, mostrando um bom volume de jogo.

Do outro lado, o time comandado por Bernardinho encontrava dificuldade na recepção.

Mesmo assim, as cariocas conseguiram reagir e até passar a frente no placar, mas as donas da casa tiveram tranquilidade para reverter a situação e, com Tifanny sendo a principal pontuadora do set até então, o Sesi-Bauru finalizou a primeira etapa do jogo em 25 a 23.

No segundo set, a situação já foi bem diferente para as comandadas por Anderson Rodrigues.

As cariocas tomaram conta do jogo e se mantiveram na frente no placar o tempo todo.

As paulistas tentaram reagir, chegaram a deixar tudo igual por 18 a 18, mas o Sesc-RJ foi mais efetivo no ataque e finalizou o set em 25 a 20, deixando a partida ainda em aberto no Panela de Pressão.

Em um verdadeiro toma lá da cá, o Sesi voltou a dominar o jogo no terceiro set.

Com muita agressividade no ataque, do começo ao fim, principalmente com Tifanny mantendo o bom rendimento, o time de Bauru controlou e dominou a partida mais uma vez.

Tanto que chegou a abrir nove pontos de diferença das cariocas, que não conseguiam dar uma boa sequência de jogadas.

O set foi finalizado em 25 a 17 para as paulistas.

E, deixando para trás, definitivamente, toda a instabilidade apresentada em toda a fase de classificação, o Sesi-Bauru entrou para o quarto set disposto a fincar o primeiro passo na busca por uma vaga nas semifinais da Superliga e manteve a mesma agressividade no ataque da etapa anterior.

E se não bastasse isso, o Sesc-RJ ainda deu, de bandeja, mais de 10 pontos como consequências de erros.

Por fim, Gabi Cândido foi a responsável por colocar um ponto final no jogo: 25 a 23.

Em duelo de quase 3 horas, Barueri supera o Osasco no tie-break e abre 1 a 0 nas quartas de final da Superliga.

Comandado por Skowronska, Thaísa e Tainara, time de Zé Roberto vence na abertura da série dos playoffs.

A festa foi grande em Barueri no início dos playoffs.

E com motivos depois de quase três horas de jogo.

Em um confronto que já se tornou um clássico paulista, o time comandado por José Roberto Guimarães arrancou uma vitória no tie-break diante do Osasco na noite desta terça-feira (19), no ginásio José Corrêa, parciais de 22/25, 25/23, 25/23, 19/25 e 16/14.

O triunfo colocou o Barueri em vantagem na abertura da série das quartas de final da Superliga feminina de vôlei.

A polonesa Skowronska foi a principal arma de ataque do Barueri e maior pontuadora da partida, com 26 acertos.

Mas, o troféu Viva Vôlei de melhor jogadora da partida foi para a jovem Tainara Santos.

A ponteira de 19 anos entrou no segundo set e mudou a história do jogo, ficando com 18 pontos.

A bicampeã olímpica Thaísa foi outro pilar do Barueri, com 17 pontos, cinco em bloqueios.

“Ganhamos um jogo só delas, tínhamos tomado cinco pauladas dela. A gente precisava de uma vitória para ratificar que trabalhamos muito para este momento. Jogo contra elas é sempre decidido em situações difíceis”, disse Zé Roberto.

O Osasco também teve grandes atuações das estrangeiras Angela Leyva e Destinee Hooker, cada uma com 20 pontos.

Walewska anotou 19 pontos, sendo seis em bloqueios.

“A gente já previa que seria assim. Tem sido muito duro sempre. Acho que o Osasco jogou muito bem. Soube reverter as situações difíceis. Agora vamos jogar em casa, com a nossa torcida, mas com a mesma pegada desse jogo”, disse Walewska.

Com a vitória em casa, o Barueri enfim venceu o Osasco nesta edição de Superliga, na fase de classificação foram dois triunfos osasquenses.

Agora o time de Zé Roberto Guimarães tem 1 a 0 no confronto das quartas de final e pode carimbar a vaga na semifinal com uma vitória na próxima sexta-feira (22), às 19 horas (horário de Brasília), no ginásio José Liberatti.

Caso a partida vá ao terceiro jogo, a decisão vai ser novamente no José Corrêa, na próxima terça-feira (26), também às 19 horas (horário de Brasília).

Barueri: Dani Lins, Milka, Thaísa, Amanda, Skowronska, Elina e a líbero Natália Araujo.

Técnico: José Roberto Guimarães

Osasco: Walewska, Claudinha, Nati Martins, Mari Paraíba, Angela Leyva, Destinee Hooker e a líbero Camila Brait.

Técnico: Luizomar de Moura

No saque e no bloqueio: Empurrado por uma torcida barulhenta, o Barueri começou com tudo.

Apesar do bom bloqueio montado pelo Osasco, as donas da casa souberam explorar bem o paredão rival.

Isso quando Skowronska não passava por cima.

O Barueri chegou a abrir 14/9 quando o jogo começou a virar.

As estrangeiras Hooker e Leyva comandaram a reação do Osasco, mas foram dois fundamentos os responsáveis pela virada: saque e bloqueio.

Enquanto as visitantes anotaram sete aces e dois pontos de bloqueio, as anfitriãs nada pontuaram nesses fundamentos.

Hooker com a mão calibrada fez o Osasco abrir vantagem, e Leyva fechou a conta: 25 a 22.

O Barueri ainda pediu desafio, mas a imagem mostrou que a bola da peruana foi dentro.

O peso do ouro olímpico: O Barueri sentiu o golpe.

O Osasco mostrou um bom volume de jogo no início do segundo set e abriu vantagem.

Só que aos poucos Zé Roberto foi colocando seu time de volta aos trilhos.

O jogo virou quando Tainara saiu do banco para puxar a reação das anfitriãs com golpes potentes.

O set foi equilibrado, mas na reta final a experiência das campeãs olímpicas Thaísa e Dani Lins pesou.

Foi a central que fechou o set em um ataque pelo meio de rede: 25 a 23.

Mil vezes Thaísa: O Barueri colocou um ritmo forte de jogo no início do terceiro set empurrado pela boa atuação de Tainara, que não voltou mais para o banco de reservas.

O Osasco esboçou uma reação com as pancadas de Hooker, mas foi quando Thaísa cresceu.

A bicampeã olímpica encaixou três bloqueios quase seguidos e ultrapassou a barreira dos mil pontos marcados só neste fundamento na história da Superliga, ela fechou a partida com 1.002 bloqueios na competição.

Guerreiro, o Osasco buscou o empate com as pancadas de Hooker e Leyva.

Foi um set decidido no detalhe, e o Barueri levou a melhor: 25 a 23.

Arsenal osasquense: O equilíbrio deu o tom do início quarto set.

O Osasco até tentou abrir vantagem, mas o Barueri buscou guiado pelos ataques de Thaísa e Skowronska.

Mas, as visitantes cresceram muito na reta final. Leyva, Hooker, Mari Paraíba.

Era grande o arsenal do Osasco, que levou o jogo ao tie-break com uma pancada de Hooker.

Duelo de nervos: Tie-break em clássico paulista válido pelos playoffs da Superliga é sempre um duelo de nervos.

O Barueri controlou melhor a tensão no começo da parcial de desempate.

Apoiadas pelos golpes de Skowronska, as anfitriãs lideravam o placar.

Mas, o Osasco não jogou a toalha e buscou o empate em uma bola polêmica.

O desafio apontou bola fora de Skowronska por muito pouco, mas a imagem não convenceu o técnico Zé Roberto.

O Osasco teve uma chance de fechar o jogo, mas foi o Barueri que levou a melhor em um ataque de Skowronska: 16 a 14.

Praia Clube vence Fluminense e abre vantagem na série das quartas da Superliga.

Equipe mineira faz lição de casa e vence as cariocas por 3 sets a 0, em Uberlândia.

Times voltam a se enfrentar na próxima quinta-feira (21), no Rio.

O “novo” campeonato começou para Praia Clube e Fluminense na noite desta segunda-feira (18).

Sem muitos sustos e com boa atuação das centrais Carol e Fabiana, o time de Uberlândia saiu na frente e abriu vantagem na série melhor de três jogos das quartas de final da Superliga Feminina.

Jogando em Uberlândia, o time mineiro venceu o Fluminense por 3 sets a 0 (parciais de 25/23, 25/17 e 25/19), em 1h25 de partida, na Arena Praia.

A ponteira-passadora Michelle foi eleita a melhor em quadra e ficou com o troféu Viva Vôlei.

Com o resultado, o Praia está a uma vitória da semifinal da Superliga.

Ao Fluminense resta vencer para forçar o terceiro jogo.

As duas equipes se enfrentam novamente na próxima quinta-feira (21), às 21h30 (horário de BRasília), no ginásio da Hebraica, no Rio de Janeiro.

O terceiro jogo, se necessário, será na segunda-feira (25), no mesmo horário, em Uberlândia.

O Praia Clube errou mais no início, mas não deixou o Fluminense escapar.

Na boa passagem de Carol no saque, o time carioca teve problemas na recepção, e o Praia abriu 7 a 4.

A resposta veio com o saque de Ju Carrijo.

O Fluminense tirou a diferença e virou em 9 a 8.

Os ataques das duas equipes exploram bastante os bloqueios no primeiro set, e alternaram a liderança do marcador.

Com uma pequena vantagem de dois pontos, o Praia conduziu a reta final, apesar do bom volume de jogo da equipe carioca.

No ataque de Michelle na entrada de rede, o Praia fechou o primeiro set em 25 a 23.

O Praia voltou com um ritmo forte a abriu 6 a 3.

Forçando o saque e aproveitando os erros do time da casa, o Fluminense empatou em 7 a 7.

Mais uma vez nas bolas melhor nas bolas decisivas e o paredão montado, o Praia voltou a abrir vantagem: 14 a 8.

Quando a equipe carioca esboçava reação com Joycinha, Garay descontava do outro lado.

A porta continuou fechada do lado do Praia, que trocou pontos com o Fluminense até a parte final.

Na ataque do fundo de Fawcett, o Praia fechou o segundo set em 25 a 17.

Embalado pela boa parcial passada, o Praia entrou com o mesmo ritmo no terceiro set.

O bloqueio seguiu ajustado: 9 a 5.

O técnico do Fluminense, Hylmer Dias, tentou mexer na equipe, principalmente com Carla em quadra.

Mas, o Praia freou qualquer tentativa de ração da equipe carioca.

Carol aproveitou a bola de graça e mandou para o chão, dando números finais ao set em 25 a 19 e ao jogo em 3 set a 0.

Minas vence o Curitiba Vôlei e sai na frente por uma vaga nas semifinais da Superliga.

Equipe mineira venceu por 3 a 0 o primeiro jogo das quartas de final, que serão disputadas em melhor de três partidas.

Times voltam a se encontrar na próxima quinta-feira (21).

O Minas venceu o Curitiba Vôlei, na noite desta segunda-feira, por 3 sets a 0, parciais 25/18, 32/30 e 25/19, e deu o primeiro passo em direção a uma vaga nas semifinais da Superliga Feminina de vôlei.

A primeira partida foi na capital paranaense e a vitória, porém, não foi fácil.

O time de Curitiba dificultou a vida das mineiras.

Apenas no primeiro set, o Minas teve tranquilidade, fechando em 25 a 18 com menos de 25 minutos.

No segundo, as meninas do Curitiba reagiram e ficaram na frente fazendo 5 a 0.

No decorrer do set sofreram a virada, mas empataram nos 21 pontos e levaram briga ponto a ponto até os 30, com o set fechando somente com 32 a 30.

O terceiro set também foi equilibrado.

Mas, a partir da metade, o Minas foi se distanciando e fechou em 25 a 19.

“Fizemos um ótimo primeiro set. No segundo deixamos baixar um pouquinho, mas no final deu tudo certo. Sabemos que foi só o primeiro passo. Ainda tem um dois jogos , e com certeza lá em Belo Horizonte elas vão vir com tudo porque é a última chance delas”, avaliou Natália, jogadora do Minas Tênis, em entrevista ao SporTV.

Apesar da derrota, o time de Curitiba promete não desaminar para o próximo confronto.

“Não tem possibilidade de deixar baixar (o ânimo). Vamos trabalhar para chegar lá e fazer um grande jogo”, afirmou Sabrina, jogadora do Curitiba e maior pontuadora da partida.

O atual campeão sul-americano garantiu a vantagem nos playoffs ao se classificar em primeiro lugar na primeira fase do torneio.

Já a equipe curitibana, ficou com o oitavo lugar, que foi muito comemorado já que o objetivo inicial era se manter na Liga A no primeiro ano do time de volta à elite nacional.

O Curitiba Vôlei foi criado no ano passado para disputar a Superliga B, foi campeão e subiu para a Liga principal.

Os times voltam a se encontrar na próxima quinta-feira (21), às 19 horas (horário de Brasília), na Arena Minas.

A fase final da Superliga Feminina será disputada em formato mata-mata.

As equipes se enfrentam em série melhor de três jogos, com os vencedores de cada série avançando para as semifinais.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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