PRIMEIRO PENTA DA COPA DO BRASIL

A emoção tomou conta de torcedores, jogadores e profissionais da imprensa, antes do início da partida entre Grêmio e Atlético-MG.

Além das bandeiras das duas equipes finalista, do Brasil, a da Chape e da Colômbia também entraram em campo.

Ambas as camisetas com o símbolo da Chape no meio e tarjas pretas nos braços.

Na torcida, camisa gigante da Chapecoense foi desfraldada com a palavra “Guerreiros”.

O Atlético começou melhor na partida criando chances de gol.

Fábio Santos fez o cruzamento e Junior Urso cabeceou por cima do gol defendido do goleiro Marcelo Grohe.

Lucas Pratto arriscou de longe e a bola foi para fora do gol.

A primeira grande chance do Grêmio foi com Douglas que cobrou a falta, e acertou a rede só que pelo lado de fora.

Douglas fez um belo passe de letra para Everton, que ficou cara a cara com o goleiro Victor.

Mas, a finalização ficou nas mãos do goleiro atleticano.

No segundo tempo, o jogo foi de mais estudado, principalmente pelos lados do Grêmio que tinha uma excelente vantagem sobre o Atlético-MG.

O jogo teve poucas oportunidades, os dois times estavam muito contidos em campo.

Aos 43 minutos do segundo tempo, contra-ataque explosivo, a bola passou por Bolaños, Luan e chegou em Everton.

O atacante cruzou, a defesa do Atlético não afastou e Bolaños completou para ao fundo do gol.

Grêmio 1 a 0.

Aos 46 minutos do segundo tempo, Cazares tentou um chute de trás do meio de campo, e encobriu o goleiro Marcelo Grohe de surpresa e fez um golaço por cobertura.

O gol que Pelé não fez.

O Galo chegou ao empate.

Foram 15 anos de jejum, de angústia para o torcedor gremista, de um grito engasgado.

Nesta quarta-feira (7), mais de 55 mil torcedores lotaram a Arena para extravasar todos esses sentimentos em uma frase simplória:

“É campeão”.

Ou melhor: é pentacampeão da Copa do Brasil.

Este foi o primeiro título do Grêmio na nova Arena.

Final, Grêmio-RS 1 Atlético-MG 1.

Grêmio Campeão: 1989, 1994, 1997, 2001 e 2016.

Reportagem: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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