PAULISTANO NA FRENTE

Com o ginásio Antonio Prado Júnior lotado na tarde deste sábado (27), o Paulistano venceu o Bauru por 82 a 78 e abriu vantagem na série final melhor de cinco jogos do NBB (Novo Basquete Brasil) 9.

Com os jogadores inspirados nas bolas de três, uma torcida que participou intensamente e o brilho de Yago, de apenas 18 anos, o time deu um passo importante atrás do primeiro título nacional da história.

Em 2014, o Paulistano foi finalista e, em jogo único, perdeu para o Flamengo.

O segundo jogo da decisão será na próxima sexta-feira (2), às 19h30, em Bauru.

O terceiro duelo é no domingo, às 14h30, em Araraquara, local em que o Bauru optou por mandar a partida.

O confronto é melhor de cinco partidas, ou seja, quem vencer três é o campeão.

O time do interior tem vantagem de fazer o hipotético quinto jogo em casa.

Números

Cestinhas: Yago 14 (Paulistano) e Jefferson e Leo (Bauru) 18

Reboteiros: Renato (Paulistano) 7 e Leo (Bauru) 8

Assistentes: Pecos (Paulistano) 5 e Alex 5 (Bauru)

O mais jovem

A joia Yago, de apenas 18 anos, jogador do Paulistano, entrou para a história como o mais novo a marcar pontos em uma final do NBB.

O armador fez 14 pontos e, de quebra, foi o cestinha do time.

– A confiança que o time me dá de fazer o que eu tenho que fazer é muito boa.

Eu nem pensei muito nisso de ser o mais jovem, fiquei feliz com a atuação do time.

É um passo importante para o título, disse o jogador de 18 anos.

Pontos chaves

O Paulistano, durante todo o campeonato, tem abusado dos arremessos de três.

Neste sábado não foi diferente, com 37.

Destes, 13 caíram, um aproveitamento bom neste quesito (35,1%).

Principalmente quando compararmos com o Bauru, que só foi colocar uma de três no fim do segundo período, e terminou com 7/29 de aproveitamento (21,9%).

Outro ponto diferencial para o Paulistano foi a velocidade.

Com uma equipe jovem, média de 21 anos de idade, a correria, no bom sentido da palavra, foi essencial em alguns contra-ataques protagonizados por Pecos e Yago. Leo, grande destaque do Bauru no início, se carregou com quatro faltas ainda no terceiro quarto, indo para o banco e voltando só no fim, quando a equipe tentou encostar.

O argentino Hure também foi importante para o Paulistano, não só no ataque, foram 13 pontos, como na defesa.

Deu um toco importante em Jaú quando faltavam 20 segundos.

Torcida

O ginásio Antonio Prado Júnior, localizado dentro do tradicional Clube Paulistano, estava lotado, com quase 1.300 pessoas, maior público do time na temporada.

A torcida do Bauru ficou com cerca de 1/4 dos lugares disponíveis e, em alguns momentos, fez mais barulho. Mas, em maior número, a torcida da casa dominou o ginásio.

E ainda teve a presença de Marcelinho Huertas, armador da seleção brasileira há quase uma década, ex-Los Angeles Lakers e torcedor do Paulistano, clube que defendeu no início da carreira.

Momento chave

O fim do segundo quarto foi essencial para a vitória do Paulistano.

O placar estava empatado quando, em três ataques seguidos, o time da casa colocou bolas de três sucessivas, que levaram o time para o intervalo com 41 a 34.

A partir daquele ponto, o Bauru não conseguiu mais diminuir a diferença.

Ponto mais bonito

Último lance do primeiro quarto, o Paulistano tem apenas oito segundos para fazer seu ataque.

O jovem Yago imprime velocidade, deixa Hure livre que, de três, no estouro do cronômetro, deu a vantagem ao time da casa.

Primeiro tempo

O Paulistano abriu 10 a 2 logo de cara, com um Bauru desatento.

O time do interior, porém, entrou aos poucos no jogo e, quando faltavam três minutos para o fim do quarto, empatou 13 a 13.

No último segundo, uma bola de três de Hure deixou o Paulistano na frente com 20 a 19.

Bolas de três, aliás, que foram as vilãs do Bauro, que tentaram sete vezes e não converteram nenhuma.

O segundo período foi muito parecido com o primeiro.

Paulistano começando arrasador, Bauru encostando e, no fim, o time da casa crescendo.

Três bolas de três no finzinho deram tranquilidade no placar. Fim do primeiro tempo: 41 a 34.

Segundo tempo

O terceiro período iniciou igual aos outros, com o Paulistano imprimindo um ritmo alucinante e abrindo vantagem.

Só que, dessa vez, não teve como o Bauru encostar.

O time da casa forçou a defesa, colocou uma série de ataques seguidos, e ainda viu os rivais perderem a cabeça, levando uma falta técnica.

O placar para o último quarto foi 66 a 50.

No último período, o Bauru chegou a encostar, trouxe o placar para 77 a 69 faltando 3min53s, deixou o ginásio apreensivo por uns momentos, mas o Paulistano tinha uma gordura extra para queimar.

O Bauru ficou a apenas quatro pontos quando faltavam apenas 10 segundos.

Escalações
Com o ginásio Antonio Prado Júnior lotado na tarde deste sábado (27), o Paulistano venceu o Bauru por 82 a 78 e abriu vantagem na série final melhor de cinco jogos do NBB (Novo Basquete Brasil) 9.

Com os jogadores inspirados nas bolas de três, uma torcida que participou intensamente e o brilho de Yago, de apenas 18 anos, o time deu um passo importante atrás do primeiro título nacional da história.

Em 2014, o Paulistano foi finalista e, em jogo único, perdeu para o Flamengo.

O segundo jogo da decisão será na próxima sexta-feira (2), às 19h30, em Bauru.

O terceiro duelo é no domingo, às 14h30, em Araraquara, local em que o Bauru optou por mandar a partida.

O confronto é melhor de cinco partidas, ou seja, quem vencer três é o campeão.

O time do interior tem vantagem de fazer o hipotético quinto jogo em casa.

Números

Cestinhas: Yago 14 (Paulistano) e Jefferson e Leo (Bauru) 18

Reboteiros: Renato (Paulistano) 7 e Leo (Bauru) 8

Assistentes: Pecos (Paulistano) 5 e Alex 5 (Bauru)

Final agitada em São Paulo. (Foto: Globoesporte.globo.com)
O mais jovem

A joia Yago, de apenas 18 anos, jogador do Paulistano, entrou para a história como o mais novo a marcar pontos em uma final do NBB.

O armador fez 14 pontos e, de quebra, foi o cestinha do time.

– A confiança que o time me dá de fazer o que eu tenho que fazer é muito boa.

Eu nem pensei muito nisso de ser o mais jovem, fiquei feliz com a atuação do time.

É um passo importante para o título, disse o jogador de 18 anos.

Pontos chaves

O Paulistano, durante todo o campeonato, tem abusado dos arremessos de três.

Neste sábado não foi diferente, com 37.

Destes, 13 caíram, um aproveitamento bom neste quesito (35,1%).

Principalmente quando compararmos com o Bauru, que só foi colocar uma de três no fim do segundo período, e terminou com 7/29 de aproveitamento (21,9%).

Outro ponto diferencial para o Paulistano foi a velocidade.

Com uma equipe jovem, média de 21 anos de idade, a correria, no bom sentido da palavra, foi essencial em alguns contra-ataques protagonizados por Pecos e Yago. Leo, grande destaque do Bauru no início, se carregou com quatro faltas ainda no terceiro quarto, indo para o banco e voltando só no fim, quando a equipe tentou encostar.

O argentino Hure também foi importante para o Paulistano, não só no ataque, foram 13 pontos, como na defesa.

Deu um toco importante em Jaú quando faltavam 20 segundos.

Torcida

O ginásio Antonio Prado Júnior, localizado dentro do tradicional Clube Paulistano, estava lotado, com quase 1.300 pessoas, maior público do time na temporada.

A torcida do Bauru ficou com cerca de 1/4 dos lugares disponíveis e, em alguns momentos, fez mais barulho. Mas, em maior número, a torcida da casa dominou o ginásio.

E ainda teve a presença de Marcelinho Huertas, armador da seleção brasileira há quase uma década, ex-Los Angeles Lakers e torcedor do Paulistano, clube que defendeu no início da carreira.

Momento chave

O fim do segundo quarto foi essencial para a vitória do Paulistano.

O placar estava empatado quando, em três ataques seguidos, o time da casa colocou bolas de três sucessivas, que levaram o time para o intervalo com 41 a 34.

A partir daquele ponto, o Bauru não conseguiu mais diminuir a diferença.

Ponto mais bonito

Último lance do primeiro quarto, o Paulistano tem apenas oito segundos para fazer seu ataque.

O jovem Yago imprime velocidade, deixa Hure livre que, de três, no estouro do cronômetro, deu a vantagem ao time da casa.

Primeiro tempo

O Paulistano abriu 10 a 2 logo de cara, com um Bauru desatento.

O time do interior, porém, entrou aos poucos no jogo e, quando faltavam três minutos para o fim do quarto, empatou 13 a 13.

No último segundo, uma bola de três de Hure deixou o Paulistano na frente com 20 a 19.

Bolas de três, aliás, que foram as vilãs do Bauro, que tentaram sete vezes e não converteram nenhuma.

O segundo período foi muito parecido com o primeiro.

Paulistano começando arrasador, Bauru encostando e, no fim, o time da casa crescendo.

Três bolas de três no finzinho deram tranquilidade no placar. Fim do primeiro tempo: 41 a 34.

Segundo tempo

O terceiro período iniciou igual aos outros, com o Paulistano imprimindo um ritmo alucinante e abrindo vantagem.

Só que, dessa vez, não teve como o Bauru encostar.

O time da casa forçou a defesa, colocou uma série de ataques seguidos, e ainda viu os rivais perderem a cabeça, levando uma falta técnica.

O placar para o último quarto foi 66 a 50.

No último período, o Bauru chegou a encostar, trouxe o placar para 77 a 69 faltando 3min53s, deixou o ginásio apreensivo por uns momentos, mas o Paulistano tinha uma gordura extra para queimar.

O Bauru ficou a apenas quatro pontos quando faltavam apenas 10 segundos.

Escalações

Bauru: Shilton (6), Alex (18), Jefferson (18), Gegê (9) e Leo (18).

Entraram: Stefano (0), Gui Deodato (7) e Jaú (2).

Paulistano: Lucas Dias (12), Hure (13), Pecos (12), Georginho (3) e Guilherme Hubner (10).

Entraram: Eddy (8), Jhonathan (3), Yago (14), Renato (7), Victor André (0), Pedrão (0) e Luis Fernando (0).

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro
Bauru: Shilton (6), Alex (18), Jefferson (18), Gegê (9) e Leo (18).

Entraram: Stefano (0), Gui Deodato (7) e Jaú (2).

Paulistano: Lucas Dias (12), Hure (13), Pecos (12), Georginho (3) e Guilherme Hubner (10).

Entraram: Eddy (8), Jhonathan (3), Yago (14), Renato (7), Victor André (0), Pedrão (0) e Luis Fernando (0).

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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