O Futebol sangra, mas vive mais do que nunca

Diante da tragédia da queda do avião com a delegação da Chapecoense e jornalistas que cobririam a final da Copa Sulamericana, diversos atos de solidariedade têm emocionado fãs de futebol. Minutos de silêncio respeitados como nunca imaginamos no Brasil, manifestos dos clubes oferecendo ajuda, enfim.

Entre as milhares de ações que repercutem, as que partem de um lugar específico me emocionam mais: as de Medellin (especificamente, as que partem do Atlético Nacional e sua torcida). O atual campeão da Libertadores não precisava, mas manifestou-se com o apoio mais lindo – e talvez improvável – que a Chapecoense poderia receber. Através de nota oficial, os adversários do time catarinense na final pediram que a Conmebol não divida o título, e sim que consideram a Chape como a campeã.

Além disso, a torcida do Nacional tem arrepiado quem se envolveu com o triste fato. Uma mobilização inimaginável para quem seria rival da Chape na luta pelo título. Centenas de torcedores se reuniram para que o continente ouvisse. Eles sempre recordarão da campeã Chapecoense:

Além disso, o Atanasio Girardot, estádio do Nacional deve lotar com os “hinchas” vestidos de branco e com velas na hora da partida que lamentavelmente não acontecerá mais.

Tais atitudes engrandecem o poder do esporte. Fazem do futebol algo totalmente inexplicável.

E o Atlético Nacional? Ganhou um torcedor no Brasil!

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