INDEPENDIENTE NA FRENTE

O Flamengo deu a falsa impressão de que traria um resultado bem melhor da Argentina quando Réver, no início do jogo, abriu o placar.

Dali em diante, o time de Reinaldo Rueda pouco criou no Estádio Libertadores da América.

Foi envolvido pelo bom toque de bola do Independiente, que virou com gols Gigliotti e Meza, esse autor de um golaço, e venceu por 2 a 1.

Na final da Sul-Americana não é utilizado o critério de gols fora de casa.

Com isso, qualquer vitória do Flamengo no confronto de volta por um gol de diferença leva a decisão para prorrogação e pênaltis.

O Independiente será campeão em caso de empate. Se o Rubro-Negro vencer por mais de um gol de diferença, leva a taça.

O jogo de volta será na próxima quarta-feira (13), às 21h45 (de Brasília), no Maracanã.

Todos os ingressos já foram vendidos antecipadamente.

Antes mesmo dos dez minutos, o Flamengo surpreendeu o Independiente.

O jogo ainda começava a engrenar quando Paquetá sofreu falta na esquerda do ataque.

Trauco cobrou bola na área e o capitão Réver, que havia desfalcado o time na semifinal, subiu muito alto para mandar de cabeça.

O goleiro Campaña nem se mexeu.

A partir daí, o Independiente tratou de superar o ”balde se água fria” e acelerou o jogo.

Trocava passes, envolvia a marcação e trazia perigo, principalmente nas costas de Trauco, que sofria com as investidas de Meza, Barco e Bustos.

Aos 28 minutos do primeiro tempo, o time de Rueda foi punido. Após bom contra-ataque dos argentinos, Gigliotti recebeu livre na área e chutou forte, sem chance para César.

O Independiente voltou para a segunda etapa querendo manter a pressão imposta desde o gol sofrido.

E conseguiu.

Pressionando a saída de bola do Flamengo e investindo tudo em jogadas pelas pontas, conseguiu a virada aos 7 minutos da etapa final.

O jovem Ezequiel Barco, de 18 anos, fez bela jogada pela direita, limpou a marcação e cruzou para Meza, que finalizou com categoria: 2 a 1.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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