Final inédita!!!

Taubaté varre Cruzeiro, vai à final da Superliga Masculina e acaba com hegemonia do time celeste.

Taubateanos conquistam triunfo no tie-break, vencem a série por 3 a 0 e encaram o Sesi-SP na decisão.

Mineiros ficam fora da final do torneio após oito decisões consecutivas.

O Vôlei Taubaté está na final da Superliga Masculina 2018/19. Na noite deste sábado (13), os paulistas venceram o Cruzeiro por 3 a 2 (25/21, 34/36, 19/25, 25/19 e 12/15), no ginásio do Riacho, e fecharam a série de semifinal por 3 a 0.

Com esta vitória, os taubateanos põem fim à hegemonia celeste na competição.

Os mineiros chegaram à final do torneio nos últimos oito anos e conquistaram seis títulos nesse período.

A decisão da Superliga Masculina está definida.

O adversário do Taubaté será o Sesi-SP, que varreu o Sesc-RJ.

As datas dos confrontos ainda serão divulgados pela Confederação Brasileira de Voleibol.

Os dois times fizeram a decisão do Campeonato Paulista desta temporada e, na ocasião, os taubateanos ficaram com o título.

O ponteiro Douglas Souza foi eleito o melhor jogador da partida deste sábado.

Após a vitória, o jogador destacou a força que o time ganha para a final depois de eliminar o Cruzeiro, hexacampeão da Superliga.

“Foi uma das partidas mais difíceis. Sabíamos que seria assim. Jogar aqui nunca foi fácil. Soubemos nos firmar no jogo, conseguimos reverter placares, situações difíceis… O grupo sai fortalecido após essa semifinal. Fechar 3 a 0 contra o Cruzeiro é uma honra. Agora chegamos mais fortes na final”, destacou.

O primeiro set foi bastante equilibrado, com trocas na liderança do placar.

O Taubaté largou na frente, mas o Cruzeiro não demorou muito para encostar e virar o jogo.

Os times ficaram trocando pontos a maior parte do tempo.

Em determinados momentos, a partida ficou paralisada para algumas reclamações com a arbitragem.

Na reta final, o Cruzeiro abriu vantagem e fechou o set com vitória por 25 a 21.

Se o primeiro set já foi equilibrado, o segundo foi ainda mais.

Os times seguiram próximos no placar durante todo o período, sem conseguir abrir vantagem.

Vale destacar que o período teve muitos erros de saque dos dois lados.

Os times foram trocando pontos, trocando pontos…

Tanto que o empate do Taubaté foi quando venceu o período por 36 a 34.

A vitória suada dos paulistas no set anterior refletiu no terceiro set.

O Taubaté parece ter ganhado mais força, e o Cruzeiro sentiu a derrota no último período.

Os visitantes dominaram o período do início ao fim.

Em determinado momento, abriram sete pontos de vantagem sobre os anfitriões.

O ponteiro Douglas Souza foi o principal destaque da parcial.

Uriarte e Lucarelli, também do Taubaté, estiveram bem no período.

No fim, vitória taubateana por 25 a 19.

O quarto set poderia garantir a passagem do Taubaté à final e, ao mesmo tempo, valia a sobrevivência do Cruzeiro.

Os mineiros entraram para o tudo ou nada e, com ritmo forte, foram superiores no período.

Comandados por Sander na parcial, os mineiros não deram chances para o Taubaté no set e venceram por 25 a 19.

O Cruzeiro começou o tie-break à frente, mas logo Taubaté virou o jogo.

Lucarelli, com ataques fortes, comandou os taubateanos no período.

Administrando vantagem de dois, três pontos durante quase todo o quinto set, o Taubaté venceu o tie-break por 15 a 12 após ponto de Facundo Conte.

É a segunda vez que o Taubaté chega à final da Superliga.

A primeira foi na temporada 2016/2017.

Em casa, Sesi-SP derrota Sesc-Rio, fecha série e vai à final da Superliga pela quinta vez.

Time, que conta com três campeões olímpicos, aproveita o embalo da torcida e tentará, na decisão, o segundo título de sua história

O Sesi-SP está, pela quinta vez, na final da Superliga masculina de vôlei.

Neste sábado, o time derrotou em seu ginásio, na Vila Leopoldina, em São Paulo, o Sesc-Rio por 3 a 0, parciais de 25/21, 25/21 e 25/21, fechou a série semifinal também em 3 a 0, e confirmou seu lugar na decisão da competição mais importante do país.

O time agora aguarda o vencedor do duelo entre Taubaté e Cruzeiro, que se enfrentam no outro lado da chave.

Nos dois primeiros sets, o domínio do Sesi-SP foi marcante, principalmente nas metades finais das parciais, quando a equipe conseguiu abrir o placar.

No terceiro set, os cariocas dificultaram mais a vida dos paulistas, o bloqueio começou a funcionar melhor, mas ainda assim deu vitória do Sesi.

Em um elenco estrelado, com campeões olímpicos como Lipe, William e Éder, brilhou a estrela do oposto Alan, que marcou 19 pontos e foi eleito o melhor da partida.

Thiaguinho e Lipe disputaram uma bola na rede.

Parecia início de um jogo de basquete.

O Sesi-SP tem sido um dos times mais tradicionais da Superliga masculina neste última década.

Foi campeão na temporada 2010/2011, mas, desde então, não consegue levantar o troféu.

Foi vice em 2017/18, 2013/14 e 2015/2015.

Está a espera de Taubaté ou Cruzeiro, este último atual pentacampeão da competição.

Do lado carioca, três campeões olímpicos: Wallace, Maurício Borges e Maurício Souza.

No time paulista, também três que estiveram no ouro na Olimpíada do Rio: William, Lipe e Éder.

Isso sem contar no banco, que estavam Giovane, técnico do Sesc, campeão como jogador em 1992 e 2004, e Rubinho, treinador do Sesi, ouro na Rio 2016 como auxiliar de Bernardinho.

De quebra, ainda tinha Murilo, líbero do time paulista, com duas medalhas olímpicas de prata no currículo, e Lucas Loh, que esteve na seleção vice-campeã mundial ano passado.

O jogo estava 11 a 11, e aí um ponto deu tanta confusão, que o árbitro mandou voltar o ponto.

E que ponto!

Os cariocas começaram melhor, chegaram a abrir cinco pontos de frente, com 9 a 5 no placar.

Naquela altura, os paulistas tinham errado quatro saques.

A partir dali, o serviço passou a entrar, o Sesi-SP cresceu no jogo e empatou em 10 a 10, e depois passou à frente, com 13 a 12.

Alan foi o grande destaque do time, que conseguiu fechar em 25 a 21, em 25 minutos.

Ao contrário da primeira parcial, o Sesi-SP dominou o set desde o início.

Abriu 6 a 3 com um lindo ataque de Alan.

Os cariocas chegaram a empatar 8 a 8, mas os paulistas voltaram a ter a dianteira.

No bloqueio de Lipe em Wallace, o time abriu 20 a 16 e encaminhou a vitória.

Depois, fechou em 25 a 21.

O time carioca conseguiu abrir no início, chegou a ter 12 a 9 no placar, mas na segunda metade do set passou à frente no placar.

Com Éder e William acertando bons saques, e Gustavão fazendo pontos de ataque no meio de rede, o time chegou a 16 a 15.

Esta parcial foi a que os bloqueios funcionaram melhor, dos dois lados, trazendo dificuldades para os atacantes.

No 21 a 20, a estrela de Franco brilhou, com dois bloqueios seguidos, que colocou o time com 23 a 20.

Como começaram:

Sesi-SP: Alan, William, Lucas Lóh, Lipe, Éder e Gustavão.

Líbero: Murilo

Técnico: Rubinho

Sesc-RJ: Wallace, Thiaguinho, Maurício Borges, Penchev, Tiago Barth e Maurício Souza.

Líbero: Tiago Bendle

Técnico: Giovane

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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