CSA É SEMIFINALISTA

O CSA está na Série B.

A frase simples, direta, saiu do Estádio Rei Pelé após o jogo contra o Tombense e tomou Alagoas.

Vai virar faixa, pintura no Centro de Treinamento do Mutange, grito alto na boca do torcedor, rouco pelo tempo que ficou contido.

E a festa nesta segunda-feira (25) foi completa, veio com uma vitória por 1 a 0.

O lance do gol de Edinho não vai ser mais esquecido por quem viveu esta noite em Maceió.

Raul deu um lindo drible em Marcelo, pela esquerda, viu Edinho entrar livre e tocou por baixo, certeiro.

O atacante escorou e colocou fogo nas ruas, incendiou o Trapichão.

No confronto decisivo, o CSA fez três gols no Tombense.

Dois em Minas, com Michel e Boquita, e um com Edinho, em Maceió.

O Azulão marcou 24 vezes no Brasileiro e segue invicto no Rei Pelé.

O CSA vai disputar agora a semifinais da Série C contra o São Bento.

Por ter feito mais pontos, o Azulão abre o mata-mata em Sorocaba e fecha no Estádio Rei Pelé.

O CSA disputou a Série B do Brasileiro pela última vez em 1992.

Em 2000, teve a João Havelange, mas foi uma competição diferente.

Azulão é o maior campeão alagoano, com 37 títulos.

O primeiro tempo teve um roteiro simples.

Precisando de gols, o Tombense se lançou ao ataque de forma desordenada.

Teve posse de bola, mas nada criou.

O CSA fechou os espaços e foi incisivo quando chegou.

Aos 17 minutos do primeiro tempo, Raul Diogo rabiscou Marcelo pela esquerda e tocou na medida para Edinho mandar para a rede.

Depois, voltou a se concentrar na marcação.

A etapa final foi protocolar.

O CSA se concentrou na marcação, não deu trégua para o ataque adversário, e também não criou.

Teve chances de puxar contra-ataques, mas não foi efetivo.

Aos 29 minutos do segundo tempo, Daniel Costa fez uma boa jogada, bateu cruzado e quase marcou o segundo.

Michel recebeu passe de Didira na área, mas errou alvo.

Por muito pouco.

O Tombense só criou uma boa oportunidade, com Max.

Depois, o CSA tocou a bola e só esperou pelo acesso.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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