Autossabotagem

Players from Argentina's River Plate celebrate after winning the Cup during their Copa Sudamericana soccer match finals against Colombia's Atletico Nacional in Buenos Aires

Você não sabe, mas o primeiro campeão do continente já saiu. Nesta quarta-feira as atenções do futebol na américa do sul se dividiam entre os últimos jogos que definiam a primeira fase da Libertadores, com o Corinthians fingindo que temia o Once Caldas e o Cerro Portenho sendo despachado pelo potente Deportivo Táchira com um empate fora de casa. No Brasil os Masters do Meninos da Vila não conseguiram ultrapassar o Rogério Ceni além de outros jogos menos cotados pelos estaduais.

Mas quem é o campeão do dia? O River Plate conseguiu superar o San Lorenzo no Monumental de Nuñes nesta sexta-feira e na madrugada de 11 para 12/2 no Nuevo Gasometro e é o sucessor do Atlético-MG e atual campeão da Recopa Sulamericana.

Indiscutivelmente a Recopa é a menos badalada e a menos prestigiada competição da América do Sul, fica muito atrás da Libertadores e até da Copa Sulamiranda Sulamerica, uma vez que é um confronto entre dois times, que dentro da realidade do continente pode estar completamente desfigurados em relação ao time que venceu no ano anterior. A competição ocorria tradicionalmente no meio do ano, mal-posicionada entre a semifinal e a final da Libertadores da América. Nessa ano, por solicitação dos dois clubes que disputam a competicão foi melhor colocada, em fevereiro, exatamente uma semana antes do início do quebra-pau oficial da fase de grupos.

Pra se ter uma idéia do acerto da Conmebol, seria quase como a Supercopa da Europa, que reúne os campeões da Liga dos Campeões e da Ninguém Liga Europa, marcando o início formal da temporada do futebol da Europa, em um evento que envolve também o sorteio dos grupos das duas competições.

A Conmebol poderia aproveitar a solicitação e pensar em fazer algo a respeito, mas porque valorizar uma disputa de título? Num clássico entre dois grandes da Argentina? Não precisamos disso, devem pensar. A Conmebol, de novo, não se ajuda.

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